20 Maio 2024, Segunda-feira

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Desenvolvimento Local de Base Comunitária urbano investiu 7,9 milhões no distrito

Desenvolvimento Local de Base Comunitária urbano investiu 7,9 milhões no distrito

Desenvolvimento Local de Base Comunitária urbano investiu 7,9 milhões no distrito

Na região, a Santa Casa da Misericórdia de Almada foi quem recebeu o maior investimento ao longo de seis anos

 

O investimento no Desenvolvimento Local de Base Comunitária (DLBC) urbano no distrito de Setúbal, entre 2017 e 2023, ascendeu a 7,9 milhões de euros, anunciou a rede DLBC Lisboa. Estes valores foram repartidos pela Santa Casa da Misericórdia de Almada (2,5 milhões de euros), Idset – Associação Portuguesa para a Inovação e Desenvolvimento, Capacitar o Montijo (1,3 milhões), idset — Eu…Também Conto, em Setúbal (2 milhões), e Adrepes – Associação para o Desenvolvimento Rural da Península de Setúbal (2 milhões).

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De acordo com os resultados do DLBC urbano em Portugal (2017-2023), apresentados na semana passada em Lisboa, o investimento de 38,4 milhões de euros repartiu-se em 14,7 milhões na área do Porto, 12,3 milhões em Lisboa, 7,9 milhões em Setúbal e 3,4 milhões no Algarve, apoiando 316 projectos e criando 671 postos de trabalho

A rede DLBC Lisboa foi criada em 2015, para poder aceder a fundos europeus de DLBC urbano, para combater bolsas de pobreza em meios urbanos, conseguindo cinco milhões de euros para a cidade de Lisboa, para as organizações de base local concretizarem os seus projectos.

No seguimento das intervenções na capital, Maria José Domingos, directora-geral da rede, salientou que a DLBC Lisboa é considerada “uma boa prática a nível europeu pela própria Comissão Europeia”, que já convidou a organização a demonstrar o seu modelo de governação, por não ser dependente e não ter sido “um município a liderar” o movimento.

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“O DLBC urbano está a crescer na Europa, em vários países, e não se consegue perceber, foi com bastante perplexidade que nos apercebemos que não havia DLBC urbano em Portugal”, no próximo quadro comunitário, reiterou.

Para já, Maria José Domingos salientou que a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) de Lisboa e Vale do Tejo “também gostava de poder continuar com este tipo de intervenção”, mas “não é a CCDR que decide, é o Governo e o Quadro de Coesão”.

Por outro lado, houve várias linhas de financiamento no anterior quadro comunitário, mas a rede DLBC Lisboa só se candidatou a uma, porque as outras não “faziam muito sentido para os bairros” onde estavam a intervir.

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Algumas linhas “eram para sistemas ou empreendedorismo”, e as pessoas que vivem nestes bairros “já são empreendedoras no dia-a-dia para conseguirem viver”, uma vez que para criarem o seu posto de trabalho, que é extremamente difícil, “outras condições têm que estar asseguradas primeiro”, frisou.

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