23 Maio 2024, Quinta-feira

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Bispo publica primeira carta pastoral focado no 50.º aniversário da diocese

Bispo publica primeira carta pastoral focado no 50.º aniversário da diocese

Bispo publica primeira carta pastoral focado no 50.º aniversário da diocese

Américo Aguiar desafia preparação de “novo mapa das paróquias e das vigararias” para celebrar a data

 

O novo bispo de Setúbal publicou a primeira carta pastoral como líder da Diocese de Setúbal, desafiando à preparação, com um grupo interdisciplinar, de “um novo mapa das paróquias e das vigararias” para celebrar o 50.º aniversário da diocese, celebrado em 2025.

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No entender do cardeal, este será um “instrumento fundamental para uma pastoral diocesana mais eficaz e actualizada”, sempre no “espírito duma pastoral de conversão das paróquias e das estruturas diocesanas”, afirmou Américo Aguiar.

Para o cardeal, este desafio justifica-se com base nas “transformações sociais, económicas, geográficas, demográficas com novas centralidades urbanas e novos aglomerados de vivência populacionais”, assim como nas “novas vias de comunicação terrestre que foram surgindo”.

A Diocese de Setúbal celebra o 50.º aniversário na mesma altura da “celebração do Jubileu 2025 da Igreja Universal”.

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“A feliz coincidência destes dois jubileus significa que não podem não ser celebrados em conjunto”, considera o bispo sadino, revelando que “a Igreja diocesana participará nas propostas jubilares, ainda por divulgar pela Santa Sé, também como celebração do seu aniversário particular”.

Américo Aguiar aproveitou a ocasião para desafiar a diocese “a retomar a bela experiência da peregrinação diocesana a Fátima, interrompida pela pandemia, na preparação da celebração do 50.º aniversário da Diocese no dia 26 de Outubro de 2024, aniversário da ordenação episcopal do primeiro bispo de Setúbal”.

O líder da diocese setubalense destaca também que “este ano pastoral é um tempo de urgência para recuperar ou melhorar o trabalho de algumas estruturas da responsabilidade na vida diocesana”, reforçando que “a Diocese de Setúbal carece de um Conselho Pastoral Diocesano, que é a principal forma de colaboração e de diálogo, bem como de discernimento, a nível diocesano’”.

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“Em muitas das nossas paróquias este Conselho não está erigido e em muitas das restantes não funciona regularmente. Assim, não obstante, o carácter opcional que lhe confere o presente Código de Direito Canónico, é meu desejo para este ano pastoral que todas as paróquias formem o seu Conselho Pastoral Paroquial ou, caso já exista, reflictam sobre o modo como nele se exerce ou não verdadeiramente a sinodalidade”, solicitou.

 

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