22 Setembro 2021, Quarta-feira
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Mostra ao ar livre de José Ramos patente até sexta-feira no Parque da Cidade do Barreiro

Últimos dias para visitar exposição inaugurada no âmbito do NaturBRR

 

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A exposição de fotografia “Lugares Efémeros, memórias eternas”, de José Ramos, inaugurada no final de Maio no espaço exterior situado frente ao Auditório Municipal Augusto Cabrita (AMAC), no âmbito do NaturBRR – Festival de Imagem de Natureza da Cidade do Barreiro, continua patente naquele espaço até à próxima sexta-feira.

A mostra em causa reúne uma selecção de imagens que resultam de anos de dedicação à fotografia do nosso incrível planeta, sempre em busca das melhores condições de luz, constituindo uma viagem pelos mais incríveis recantos paisagísticos de Portugal, Islândia, Espanha e Itália.

Aproveite estes últimos dias para conhecer “cenários profundamente distintos entre si, mas ligados pelas mãos e o coração que segura a câmara que os captou, sempre alimentado pelo objectivo primordial de mostrar a beleza do mundo que ainda escapa incólume ao ritmo frenético dos dias de betão, trazendo-nos de volta aos monumentos naturais que nos inspiram e fazem respirar”, sugere a autarquia barreirense.

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Fotógrafo de paisagem, José Ramos, natural de Beja e actualmente residente em Lisboa, conta com um percurso reconhecido, tanto a nível nacional como internacional, sendo médico psiquiatra de profissão. No entanto, foi na fotografia que encontrou a sua forma de expressão artística.

Apaixonado pela natureza que nos rodeia, o fotógrafo “capta, tanto em Portugal como no estrangeiro, o que de melhor existe no nosso mundo natural”.

Ao longo da sua carreira, que iniciou aos 18 anos, tem contado com múltiplas publicações em revistas da especialidade e colaborado com diversas marcas mundiais fotográficas e de tecnologia.

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Além da vontade constante em criar imagens esteticamente apelativas e marcantes, apostou também em escrever e reflectir sobre as suas imagens.

Protecção ambiental e o valor da natureza

Em termos conceptuais, o artista defende “o valor da partilha das reflexões pessoais e experiências associadas às suas imagens, já que para si o processo de criação de uma imagem nunca termina com o disparo fotográfico”, passando mais tarde pelas emoções que a imagem desperta quando é maturada e revista em casa, num ciclo que apenas termina quando o espectador contempla a imagem final, recriando-a dentro de si e dando-lhe os seus próprios significados internos e pessoais.

Nas fotografias de José Ramos, a consciencialização sobre o valor da Natureza e a necessidade de protecção do ambiente assumem uma “importância primordial, sendo estes aspectos frequentemente ligados, através dos conceitos e histórias de cada imagem, à simultânea fragilidade e poder da Humanidade num mundo em constante mudança”.

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