1 Agosto 2021, Domingo
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Confeitaria Santa Coina é uma das 7 Maravilhas

‘Coininhas’ feitas à base de requeijão de ovelha de Azeitão integram concurso. Meia final agendada para Agosto.

 

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A Confeitaria Santa Coina, no Barreiro, famosa pela criação das doces ‘Coininhas’, feitas à base de requeijão de ovelha da zona de Azeitão, pelas mãos da dupla Andréia Borba e Agnaldo Borba, é uma das vinte finalistas regionais do programa da RTP “7 Maravilhas da Nova Gastronomia”, na categoria de doçaria.

No último sábado, através das redes sociais, a equipa de confeiteiros congratulou-se com o resultado alcançado, tendo afirmado nas redes sociais que “estamos sonhando juntos”. Vencida a primeira fase, faltam agora mais duas eliminatórias, com a meia-final a estar marcada para o mês de Agosto. “Foi maravilhoso [e] queremos agora agradecer a todos vocês que estiveram do nosso lado, que partilharam, vibraram, votaram, choraram, essa onda gigante de amor [e o que] sentimos [é] algo inexplicável”, afirmam, acreditando que todos estarão “juntos até à final”.

Recorde-se que a organização das 7 Maravilhas de Portugal quer reforçar juntos dos portugueses “a importância de se experimentar Portugal como o ‘Melhor País do Mundo para Comer’, quer pelos restaurantes, quer pelas cozinheiras e cozinheiros criativos, quer pela qualidade da nossa produção”. Este ano, os candidatos foram organizados a partir de sete categorias, que revelam as diversas iguarias existentes na área da Nova Gastronomia, tendo em conta não só a tradição como as novas opções gastronómicas que visam traduzir “as escolhas de segmentos da população cada vez mais notória com a saúde pública e com a sustentabilidade alimentar”.

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As categorias a concurso, além da doçaria, incluem os Petiscos, a comida Vegetariana, Vegana, Peixe e Marisco, Carne e Cozinha Molecular. Luís Segadães, presidente das 7 Maravilhas, considera que uma década depois da eleição das 7 Maravilhas da Gastronomia, Portugal “mudou”, e fez “evoluir a sua gastronomia baseada na nossa tradição culinária e na riqueza e frescura dos produtos dos nossos territórios”.

Para o responsável, em 2021, será eleita “uma gastronomia nova, inspirada na tradição, mas baseada nos produtos endógenos de cada região, onde observamos novos conceitos ao nível da apresentação, da utilização dos ingredientes mais saudáveis”. O objectivo é apostar na promoção de uma maior sustentabilidade alimentar. “Comer é um acto social único, uma alegria imensa, uma felicidade simples e fácil de obter que, mesmo nos tempos difíceis de hoje, não queremos abdicar”, garante Luís Segadães.

A confeitaria barreirense, especialista em fabrico e venda de doçaria conventual e regional, além de bolos de autor, tem como produto patenteado os conhecidos “Travesseiros de Coina”.

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