23 Maio 2024, Quinta-feira

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Oito anos a pôr os portugueses em primeiro lugar

Oito anos a pôr os portugueses em primeiro lugar

Oito anos a pôr os portugueses em primeiro lugar

Os portugueses preparam-se novamente para eleições legislativas no início do próximo ano. É a segunda vez que isto acontece em apenas dois anos, apesar de o país ter experienciado opções governativas firmes e, em 2022, ter demonstrado de forma inequívoca que pretendia estabilidade, tendo depositado nas mãos do Partido Socialista uma sólida maioria absoluta. É caso para perguntar: quem ganha com esta situação de incerteza? Não é, certamente, Portugal nem os portugueses.
Portugal ganhou, sim, com oito anos de governos socialistas. Os portugueses sabem bem que assim é, pois sentiram nas suas vidas, que houve muita coisa a mudar, para melhor. Quem recebe o salário mínimo sabe que este teve uma subida histórica, de 50 por cento. Progressão, aliás, que se manterá em 2024, com o orçamento de Estado discutido nas últimas semanas na Assembleia da República e que prevê, para além de alívio fiscal, aumentos também nos salários superiores – da classe média – quer no sector público, como no privado. E, estes aumentos, ao contrário do que a Direita ameaçava, têm sido acompanhados de um crescimento do número de postos de trabalho, porque o desemprego caiu para metade e os índices de empregabilidade estão em máximos históricos, que ninguém pode contestar.
Sabem bem, os pensionistas, que viram as pensões aumentar a uma média de 23 por cento, desde 2016 – o que prosseguirá em 2024 – e as famílias, em especial as que têm crianças em idade escolar. Pela primeira vez na história, as creches passaram a ser gratuitas – para todos!
Os manuais escolares são garantidos gratuitamente até ao 12º ano e há computadores distribuídos pelos alunos, apoiando as novas gerações na progressão dos seus estudos. Tratou-se de repor o que a troika e a Direita tinham retirado aos portugueses e ir ainda mais além. Tratou-se de apoiar as famílias, os jovens e as empresas a suportar a subida da inflação e das taxas de juro, bem como os impactos da pandemia e da conjuntura internacional. Sempre de forma equilibrada e cumprindo com os compromissos internacionais.
Economicamente, o país conseguiu baixar a sua divida, convergir com os parceiros europeus e apresentar, um crescimento superior à média dos países da União Europeia.
Provam-no as agências financeiras internacionais, com a recente subida do rating de Portugal para um nível de qualidade superior ao obtido pelos nossos vizinhos espanhóis, algo completamente inédito.
E, não é só a nível financeiro que os resultados são bons. Portugal lidera a transição climática na Europa, antecipando a neutralidade de carbono para 2045 e os projetos que estão já em marcha, no âmbito do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), vão permitir ao País continuar este percurso de crescimento económico, de valorização das pessoas e de desenvolvimento social.
Estamos cientes que há ainda um longo caminho a percorrer e problemas que urge resolver, para os quais o Partido Socialista tem envidado esforços que, em breve, surtirão os efeitos desejados, como na saúde, ou na educação.
A nossa prioridade é o futuro dos portugueses e esse depende de uma governação equilibrada, centrada nas pessoas e nas questões que as preocupam.
Ao longo dos 50 anos de democracia, foi sempre com o PS que o País contou para ultrapassar os momentos de maior exigência. Foi sempre com o PS que Portugal se reergueu e fez os maiores progressos ao nível da justiça social, laboral e de desenvolvimento económico.
No ano em que se comemora meio século sobre o 25 de Abril, os portugueses vão novamente demonstrar a sua confiança no Partido Socialista e este cá estará para merecer essa confiança e honrar as esperanças de Portugal.

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