Fartos de tanto socialismo e pobreza

Fartos de tanto socialismo e pobreza

Fartos de tanto socialismo e pobreza

6 Fevereiro 2026, Sexta-feira
Vereador do PPD/PSD de Montijo

Ainda não estamos fartos de dezenas de anos de desgovernos socialistas ou para-socialistas?
Decorrente de décadas de mentiras e meias-verdades, a esquerda socialista, com a conivência, muitas vezes silenciosa, da direita socialista, diabolizou a direita e a economia de mercado — a única que mais fez pelo crescimento económico, social e científico da humanidade. Nunca, como após o século XIX, com o advento do capitalismo industrial, iniciado um século antes, se verificou um desenvolvimento humano tão grande e extraordinário.

Por sua vez, as doutrinas dominantes no Portugal democrático — o socialismo e o comunismo — condenaram centenas de milhões de pessoas à perseguição, à tortura, à morte e à pobreza.

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A maioria da direita, complexada com o salazarismo e incapaz de desmontar as muitas mentiras sobre esse período histórico, limitando-se a reconhecer os seus erros, deixou-se dominar pela esquerda, sendo esta que, até hoje, dita a moral e a ética republicanas.

Esta esquerda, que arruinou o país, prepara-se agora para eleger, com o apoio da direita socialista fofinha, um Presidente socialista. Mais um socialista fraco, sem qualquer ideia para o país. Com António José Seguro, manter-se-ão as políticas que perseguem os melhores para beneficiar os piores; continuaremos a ser um protectorado de Bruxelas, de mão estendida aos subsídios comunitários; continuaremos a criar estruturas do Estado regional que apenas atrapalham e atrasam o país; continuaremos a ver os nossos jovens a emigrar e a ser substituídos por outros ainda mais pobres; continuaremos na cauda de uma Europa que, ela própria, está cada vez mais pobre.

É isto que queremos? Não nos achamos capazes de mais? Somos assim tão fracos?

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Francisco Sá Carneiro, Aníbal Cavaco Silva e Pedro Passos Coelho foram dos poucos líderes da direita que lograram afrontar o domínio moral e político que a esquerda sempre conseguiu impor aos fracos dirigentes da direita. Foram também os únicos líderes que tinham um desígnio para Portugal e sabiam como nos retirar da cauda da Europa.

Por esse facto, foram — e são — adjectivados de fascistas: um foi assassinado, outro diabolizado e outro condenado ao ostracismo pelo seu próprio partido, dominado por uma clientela e por um aparelho de medíocres dependentes da política.

Não podemos pedir o regresso de Francisco Sá Carneiro, nem que Aníbal Cavaco Silva retire trinta anos à sua bonita idade, mas podemos fazer tudo para que Pedro Passos Coelho regresse e tome conta deste país adiado.

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Passos Coelho é o único político que tem a capacidade e a coragem para fazer o que é necessário para retirar o nosso país da pobreza e do impasse a que foi votado. Não podemos continuar a adiar as reformas necessárias ao crescimento económico do país, por muito duras que sejam. Um país que, neste século, cresceu em média 1% ao ano, com um salário médio líquido de 1.200 euros, não tem futuro — sobretudo para os nossos jovens.

A esperança ainda não morreu.

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