13 Junho 2024, Quinta-feira

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A Terceira Travessia do Tejo é estratégica para a região e o País

A Terceira Travessia do Tejo é estratégica para a região e o País

A Terceira Travessia do Tejo é estratégica para a região e o País

Os estudos realizados revelam a importância da construção da Terceira Travessia do Tejo, com a componente rodoviária e ferroviária, para a mobilidade metropolitana, para a rede nacional de transportes e logística, estratégica para o desenvolvimento da região de Setúbal e do País. Assume uma grande relevância para o transporte de passageiros e de mercadorias, quer nas ligações suburbanas, quer nas ligações de longo curso. O Laboratório Nacional de Engenharia Civil aponta a Terceira Travessia do Tejo como a solução mais adequada para promover a coesão social, a equidade territorial e a sustentabilidade ambiental.

As populações das duas margens do Tejo passam longos períodos nas suas deslocações em filas de trânsito. Se é preciso investir no reforço da oferta de transportes públicos com qualidade, também é necessário investir em infraestruturas que melhorem a mobilidade e as acessibilidades. A construção da ponte sobre o Rio Tejo entre o Barreiro e Chelas permite maior proximidade entre as duas margens e contribui para a melhoria do ambiente, quer pelo reforço da oferta de transportes públicos, quer pelo descongestionamento do tráfego rodoviário. Abre novas potencialidades na ligação entre a Linha do Norte, a Linha do Sul e à fronteira do Caia. O Plano Nacional Ferroviário apresentado pelo Governo no final de 2022 considera a Terceira Travessia do Tejo «a peça mais importante em falta na rede ferroviária nacional».

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Permite maior fluidez e novos itinerários, reduzir distâncias e o consumo de combustível. Traz também vantagens na atividade económica, com a diminuição do tempo e da distância na ligação aos portos de Lisboa, Setúbal e Sines, e abre perspetivas de redução da dependência energética com a redução do consumo de combustíveis fósseis.

A colocação em consulta pública da Declaração de Caducidade da Reserva de Solo Afecta à Faixa de Servidão Non Aedificandi da Terceira Travessia do Tejo, pela Câmara Municipal do Barreiro, revela o posicionamento do Partido Socialista quanto ao desenvolvimento da região de Setúbal e do País. O Partido Socialista prioriza os interesses imobiliários, em detrimento dos interesses das populações e compromete o futuro, ao colocar em causa a viabilidade de concretização deste investimento estruturante.

Na verdade, os Governos PS, PSD e CDS foram sucessivamente adiando a construção da ponte. A concessão a grupos privados, seja a concessão dos aeroportos nacionais, seja a concessão das travessias sobre o Tejo – opção de sucessivos governos – constituem um obstáculo à construção da ponte. Nem a Vinci está interessada na construção do novo Aeroporto de Lisboa no Campo de Tiro em Alcochete, nem a Lusoponte (detida pela Vinci) está interessada na construção da Terceira Travessia do Tejo, para não perder receitas e para maximizar os seus lucros.

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Contrariamente a outros, o PCP assume o seu compromisso com a defesa dos interesses das populações, pela melhoria da sua qualidade de vida, pelo desenvolvimento da região e do País. Por isso o PCP entende que é preciso uma política que rompa com opções que condicionam o desenvolvimento e que se submetem aos interesses de empresas multinacionais. Uma política alternativa que dê prioridade ao investimento público, estratégico para o desenvolvimento regional e nacional, designadamente a construção da Terceira Travessia do Tejo e as respetivas ligações entre os concelhos e a construção do Novo Aeroporto no Campo de Tiro em Alcochete.

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