29 Novembro 2022, Terça-feira
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Onde fica a nossa segurança? O nosso direito ao trabalho?

Os relatórios anuais de segurança interna (RASI) têm sido questionados pelo Chega, e o motivo é simples: continuamos a ter espelhado no relatório o decréscimo na criminalidade. Mas e a população considera que criminalidade decresceu? Sentimos que existe cada vez mais crime organizado, mais criminalidade juvenil com incidência nos gangs e jovens na área metropolitana, em zonas referenciadas e com alguma prevalência no distrito de Setúbal.

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A redução do investimento nas carreiras da PSP e GNR, o desinvestimento em meios e a degradação das próprias esquadras descredibilizam as autoridades. O princípio da esquerda que alimenta a desigualdade social, criando uma luta de ricos contra podres leva à desresponsabilização do individuo perante a sociedade, levando a um sentimento de impunidade em diversas áreas da sociedade.

Vivemos num distrito com as maiores taxas de abandono escolar, com as maiores taxas de violência doméstica, com cinco bairros referenciados como dos mais problemáticos a nível nacional, não podemos assobiar para o lado.

Se é verdade que muitos dos tipos de crimes são transversais à sociedade, sabemos que o desemprego e as situações de trabalho precário ou ausência do mesmo levam ao aumento da criminalidade.

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Já chegaram a Portugal 50 de 100 motoristas que a Carris Metropolitana necessita a curto prazo, vindos de Cabo Verde … não teria sido mais justo que a oferta destas 100 vagas de emprego fossem para quem vive cá ao invés de irem contratar a Cabo Verde? Porquê e para quê? Baixos salários e aumento da quota de emigração?

É um desgoverno, é a perda de noção completa da gestão a nível local e a nível nacional, os portugueses tornaram-se cidadãos de segunda, onde a sua segurança passou a ser uma não prioridade, onde a sua habitação é uma não prioridade, onde não existe uma política de habitação jovem e onde o emprego é dirigido a quem vem de fora e aceita salários baixos.

Infelizmente a expressão “a ocasião faz o ladrão” aplica-se: criminalidade, falta de segurança e desemprego levam ao aumento da subsídio-dependência.

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A bola de neve da guerra de classes está em curso, o socialismo e o comunismo levam a isto, aumentamos a dependência do Estado, aumentamos o sentimento de insegurança, limitamos a atuação das policias e o resultado é o que assistimos na Venezuela.

Será muito pedir que caminhemos para “um menos Estado”? Os portugueses querem educação, sistema de saúde digno, trabalhos remunerados de forma justa, e que permita os seus filhos não terem de emigrar! O que o Estado tem oferecido é uma porta aberta para os jovens saírem de Portugal ou ficarem, mas com salários baixos.

O distrito de Setúbal é, sem dúvida, um dos mais atingidos por estas políticas sem visão. Chega!

Comentários

Bruno Nunes
Deputado do Chega
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