1 Fevereiro 2023, Quarta-feira
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Ao discurso fatalista dos “velhos do Restelo”, responde o Governo com ambição, numa visão estratégica para o país

Depois de termos vivenciado a fase mais difícil da nossa vida coletiva, eis que, do estado de pandemia passámos ao estado de guerra. Uma guerra à qual Portugal respondeu de imediato, condenado a criminosa invasão da Ucrânia, disponibilizando apoio financeiro e militar ao país invadido e solidariedade humanitária na receção dos refugiados que fogem da sua terra natal.

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São tempos difíceis os que vivemos, que se agudizaram por força duma inesperada crise política e que exigem do Governo respostas assertivas, sempre com as pessoas no centro da ação política.

Sem nunca perder o foco no caminho de rumo certo percorrido até aqui, há que encontrar soluções para as emergências do quotidiano e agarrar sem medo os enormes desafios que se avizinham.

Desafios que se refletem nas respostas aos efeitos globais da guerra e desde logo, num brutal aumento da inflação, impulsionado pelo custo das importações, em particular da energia.

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Desafios que se traduzem em respostas a problemas que se arrastam no tempo e que afetam o dia a dia dos portugueses.

Desafios vertidos na concretização do Plano de Recuperação e Resiliência como fundamental na estratégia para o futuro de Portugal.

Chegados aqui, resilientes como sempre, determinados como nunca, estamos todos convocados para as respostas a esta nova realidade.

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E, é neste novo contexto que o Governo tem respondido de forma pragmática e, desde logo, por 3 dimensões essenciais: contendo o aumento do preço da energia; apoiando a produção das empresas mais expostas ao consumo de energia e auxiliando as famílias mais carenciadas.

Disso são exemplo inegável, a Redução de 3,7% do preço da eletricidade para as famílias no mercado regulado, a redução de 18 pontos percentuais da carga fiscal sobre os combustíveis, permitindo uma poupança de 16 € num depósito de 50 litros de gasolina ou 14 euros num depósito de gasóleo e a redução do impacto da subida do preço do gás na produção de eletricidade no mercado spot, com uma poupança média diária neste primeiro mês de aplicação de 18%, ou seja 52,39€ / MWH.

Contudo, sendo hoje claro que, com o prolongar da guerra, o efeito da inflação será mais duradouro do que o inicialmente previsto, o Governo já anunciou que, em setembro, irá adotar um novo pacote de medidas para apoiar o rendimento das famílias e a atividade das empresas.

E neste caminho de rumo certo, em que ninguém fica para trás, o Governo define metas e responde à crise com solidariedade e não com austeridade. E neste caminho certo, rumo ao futuro, o Governo responde, com ação assertiva e determinação, ao protesto pelo protesto vertido em discursos de caos e no agitar das bandeiras de populismos que em nada contribuem para efetivamente resolver os problemas das pessoas e do país.

Ora, ao discurso fatalista dos “velhos do Restelo”, responde o Governo com ambição, numa visão estratégica para o país.

Uma visão que estrutura as 4 grandes agendas que englobam, não só o Plano de Recuperação e Resiliência e o PT2030, como o conjunto das diversas políticas públicas: As pessoas primeiro, um melhor equilíbrio demográfico, maior inclusão, menos desigualdade; A Inovação, digitalização e qualificações como motores do desenvolvimento; A Transição climática e sustentabilidade dos recursos e um país competitivo externamente e coeso internamente.

Para concretizar estes objetivos o PRR consubstancia 32 reformas e 83 investimentos estruturantes, sendo que o Governo definiu metas que pretende alcançar e que são prioritárias para o Partido Socialista: Libertar 765.000 pessoas do risco de pobreza e exclusão social; Garantir 50% de graduados no Ensino Superior nos jovens entre os 30 e os 34 anos até 2030; Investir pelo menos 3% do PIB em I&D; Garantir que 80% da eletricidade consumida em 2026 é de origem renovável; Aumentar as exportações para 53% do PIB.

Uma agenda reformista ambiciosa que terá de contar com um forte envolvimento dos parceiros sociais e que exige uma profunda reforma do Estado, na qual se inclui a maior transferência de competências no poder local democrático, parceiro fundamental neste caminho de rumo certo.

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