23 Maio 2024, Quinta-feira

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Sindicato pede melhor salário para “mais de 50%” dos trabalhadores do Alegro Setúbal

Sindicato pede melhor salário para “mais de 50%” dos trabalhadores do Alegro Setúbal

Sindicato pede melhor salário para “mais de 50%” dos trabalhadores do Alegro Setúbal

Sindicato dos Trabalhadores do Comércio, Escritórios e Serviços de Portugal esteve esta quarta-feira na porta do centro comercial. Há greve marcada para 1 de Maio

 

Quatro representantes dos trabalhadores do Sindicato dos Trabalhadores do Comércio, Escritórios e Serviços de Portugal (CESP) estiveram na manhã desta quarta-feira em acção de denúncia frente ao Centro Comercial Alegro, em Setúbal, onde exigiram a revisão do Contrato Colectivo de Trabalho (CCT) por parte da Associação Portuguesa das Empresas de Distribuição (APED).

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Na concentração esteve presente Célia Lopes, dirigente sindical do CESP, que falou a O SETUBALENSE sobre as reivindicações do organismo que integra a Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses – Intersindical Nacional (CGTP-IN).

“O CCT das empresas de distribuição, que se aplica a mais de 150 mil trabalhadores, está bloqueado desde 2016 porque a associação patronal, apesar de ter no seu seio empresas que são as maiores do País, continua a considerar que tem de impor a todos os trabalhadores um sistema de banco de horas e tem que agravar a precariedade, ou seja, pretende a associação patronal generalizar a contratação a prazo pelo período de 12 meses para tarefas que são tarefas do dia-a-dia – montagem de campanhas, inventários etc”. Não faz o mínimo sentido que, para tarefas diárias das lojas, que os trabalhadores possam estar contratados a prazo porque estão a ocupar postos de trabalho permanentes”.

A concentração teve como objectivo informar os comerciantes sobre esta situação que, de acordo o sindicato, abrange 22 lojas e mais de 50% dos trabalhadores do centro comercial.

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“Estamos a falar de mais de 50% dos trabalhadores deste centro comercial com o mesmo dilema que é não ter os seus salários revistos e não ter a valorização das suas carreiras profissionais feitos ou não”, disse a dirigente que explicou ainda que há já um pré-aviso de greve para a próxima quarta-feira, Dia Internacional do Trabalhador, em que vão reivindicar o encerramento do comércio a partir das 22 horas, bem como o seu encerramento aos domingos e feriados.

“A greve dos trabalhadores do sector será no próximo dia 1 de Maio em que todos estão abrangidos por um pré-aviso de greve emitido pelo CESP. Estamos a promover uma iniciativa legislativa de cidadãos nesse sentido, que todo o comércio deve estar encerrado aos domingos e feriados, e também que deve haver uma limitação dos períodos de funcionamento e que as cadeias comerciais não podem estar a trabalhar e de portas abertas depois das 22 horas”.

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