19 Junho 2024, Quarta-feira

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Trânsito na Serra da Arrábida permanece cortado por mais um mês devido a rocha instável

Trânsito na Serra da Arrábida permanece cortado por mais um mês devido a rocha instável

Trânsito na Serra da Arrábida permanece cortado por mais um mês devido a rocha instável

Município vai concluir estudos necessários para a remoção do bloco rochoso que apresenta “uma extensa fissura de afastamento”

 

O troço da Serra da Arrábida que assegura a ligação entre as praias da Figueirinha e de Galapos vai permanecer encerrado este mês com o objectivo de serem concluídos os estudos necessários para a remoção da rocha de grandes dimensões que apresenta risco de queda.

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A decisão de encerrar, por mais um mês, “o troço da Rua Círio da Arrábida localizado entre as duas praias” foi tomada pelo presidente da Câmara de Setúbal, André Martins, para que sejam também “preparadas as medidas para definir a complexa intervenção”.

Em comunicado, a autarquia sadina explica que, em reunião realizada na segunda-feira à tarde, “com representantes de entidades com intervenção na área, como a empresa Secil, o Instituto de Conservação da Natureza e das Florestas, a Agência Portuguesa do Ambiente, a GNR e a Capitania, o presidente da Câmara, com base na informação obtida dos especialistas, decidiu prorrogar o encerramento até ao final de Março”.

Desta forma, enquanto decorrerem os referidos estudos, entende a autarquia que “é preciso manter este corte de trânsito, sendo que a alternativa é usar a estrada superior da Serra da Arrábida, o que se encontra devidamente sinalizado”.

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De acordo com a edilidade, André Martins explicou que, “embora consciente do incómodo causado pelo fecho da via à população e nas actividades económicas em particular, é fundamental limitar os riscos existentes, protegendo pessoas e bens”.

O trânsito está, assim, cortado “a todos os tipos de circulação, sejam veículos motorizados ou velocípedes, bem como pedonal”, sendo que, “após a conclusão dos estudos, será prestada informação ao público sobre o plano de execução definido e o que este implica em termos de condicionamento da circulação”.

No início do passado mês, o Serviço Municipal de Protecção Civil e Bombeiros de Setúbal encontrou uma “rocha de grandes dimensões que apresenta indícios de grande instabilidade e uma extensa fissura de afastamento”.

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A situação levou o município a encerrar, a 7 de Fevereiro, o “troço da Rua Círio da Arrábida, a partir do túnel da Praia da Figueirinha, sentido nascente/ponte, e a partir da Praia de Galapos, sentido poente/nascente”.

“Desde então foram realizados os estudos preliminares conducentes à verificação das condições do problema detectado na encosta voltada para a estrada das praias e à definição do plano de intervenção”, explica a edilidade.

Já a resolução do problema “reveste-se de enorme complexidade, dada a dimensão e localização do bloco, em altura, o que impede a utilização de algum tipo de equipamento”.

Além disso, é ainda necessário “retirar as barreiras dinâmicas de contenção daquela arriba, levando a que todo este processo, antes da operação de remoção, se afigure como demorado, envolvendo diversas valências”.

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