Família de seis pessoas desalojada após derrocada em casa no Bairro das Fontainhas

Família de seis pessoas desalojada após derrocada em casa no Bairro das Fontainhas

Família de seis pessoas desalojada após derrocada em casa no Bairro das Fontainhas

Casal, Soraia e Luís Rosa, diz que o caso já tinha sido reportado à Câmara de Setúbal há cerca de três meses

Uma família de seis pessoas, quatro das quais crianças, ficaram desalojadas na tarde deste domingo depois de uma das paredes da casa onde habitavam ter colapsado.

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O caso aconteceu no Bairro das Fontainhas e, aos jornalistas, o casal contou que em várias divisões da casa tem chovido – tanto no quarto do casal, quanto no quarto das crianças, como também na casa de banho. A família diz que o caso já tinha sido reportado à Câmara de Setúbal há cerca de três meses, momento em que uma das paredes da habitação tinha desabado.

“Esta noite dormimos com muito medo porque há esta tempestade e a qualquer momento esta casa pode cair e a outra vai atrás. Com quatro crianças é complicado pois a Câmara Municipal de Setúbal não nos quer ajudar em nada, diz que não há habitações, e eu peço à câmara que tenham um pouco de compaixão, temos quatro crianças pequeninas e precisamos do melhor para elas”, refere a mulher, Soraia Rosa, em declarações à SIC Notícias.

Ao mesmo órgão de comunicação social o casal disse estar a viver na casa de um vizinho, na casa logo ao lado de onde vivem e que corre o risco de também sofrer com derrocadas.

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Dizem ainda que, em outubro do ano passado, expuseram a situação em que vivem à autarquia setubalense, mas a resposta que receberam é de que não existem casas disponíveis – uma resposta que, aliás, tem sido dada aos munícipes que durante as reuniões da câmara municipal questionam o executivo sobre esta matéria.

“Há três meses pagaram um sítio para dormirmos durante três dias, depois desses três dias disseram que a única solução era eles pagarem o primeiro mês do arrendamento de uma casa e que o resto era tudo connosco. As casas rondam os 700 e os 900 euros e nós vivemos do RSI [Rendimento Social de Inserção] então é impossível pagarmos água, luz, gás e renda”.

Soraia pede que a autarquia tenha “compaixão”. “Temos quatro crianças pequeninas, precisamos do melhor para elas. Já nem falo de mim e do meu marido”, salientou.

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