20 Maio 2024, Segunda-feira

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Escola Superior de Saúde foi anfitriã de curso intensivo sobre saúde mental

Escola Superior de Saúde foi anfitriã de curso intensivo sobre saúde mental

Escola Superior de Saúde foi anfitriã de curso intensivo sobre saúde mental

Estudantes usaram caso prático da UE onde se identificam cerca de 84 milhões de pessoas com perturbações desta natureza

 

Estudantes da Finlândia, Roménia e Estónia rumaram até ao campus do Instituto Politécnico de Setúbal (IPS) para explorar o tema “Criando abordagens digitais para um acesso equitativo ao apoio em saúde mental”. Coordenado pela Escola Superior de Saúde (ESS/IPS) o evento fez parte de mais um Blended Intensive Programme (BIP), contando-se como o terceiro já organizado pela instituição.

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Este traduz-se como um curso intensivo e prático que, neste caso, incidiu sobre a temática da saúde mental com foco na realidade europeia, território onde o número de pessoas com perturbações desta natureza é próximo aos 84 milhões. Com este sentido, e intenção de colocar “pessoas reais e as suas necessidades no centro do processo de resolução de problemas”, como explica o comunicado do IPS, o curso contou com parcerias da Associação Portuguesa de Pais e Amigos do Cidadão Deficiente Mental (APPACDM), a Oulu University of Applied Sciences (Finlândia), a Bacau University (Roménia), a Tallin School of Health (Estónia), e a Escola Superior de Saúde Norte da Cruz Vermelha Portuguesa.

No total foram 30 os alunos que integraram o projecto e que usaram a Human Centered Design e o Design Thinking como estratégias educativas. Os BIP caracterizam-se como cursos intensivos de “carácter interdisciplinar e multicultural” e permitem “não só aprofundar conhecimento sobre temas específicos, com a ajuda de peritos nacionais e internacionais, como também desenvolver nos estudantes competências linguísticas e de comunicação interpessoal em ambiente profissional internacional, para além de fornecerem uma compreensão aprofundada dos sistemas de saúde e protecção social dos países envolvidos”, explica Madalena Gomes da Silva, subdirectora e coordenadora de mobilidade internacional da ESS/IPS.

Já para os ‘alunos da casa’ estas mostram-se como “oportunidades de internacionalização a estudantes do IPS que, de outra forma, não poderiam fazê-lo, uma vez que não há custos envolvidos”.

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