Cotrim Figueiredo vive “momentum” da campanha eleitoral em Setúbal

Cotrim Figueiredo vive “momentum” da campanha eleitoral em Setúbal

Cotrim Figueiredo vive “momentum” da campanha eleitoral em Setúbal

Candidato presidencial considera “muito grave” que PSD pressione militantes para votarem em Marques Mendes 

O candidato presidencial Cotrim Figueiredo esteve de visita ao Mercado do Livramento, em Setúbal, onde assumiu estar no “momentum” da campanha. Em período de campanha eleitoral, o candidato apoiado pela Iniciativa Liberal ouviu que é “o sangue novo” de que Portugal precisa e considerou “muito grave” que o PSD esteja a pressionar os militantes para votarem em Luís Marques Mendes.

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“É o chamado momentum da campanha, esse está do meu lado e não o vou perder”. Foi desta forma que, neste domingo, o também eurodeputado considerou que existe uma tendência e força de uma mudança, que é aquilo que Cotrim Figueiredo quer “imprimir” em Portugal e até arriscou lançar uma profecia. “Esta última semana vai acelerar este fenómeno de as pessoas perceberem que há dentro das hipóteses de candidatura a Presidente da República uma candidatura que é diferente, mas ao mesmo tempo confiável”.

Aos desejos de sorte que foi somando, Cotrim Figueiredo respondia que, mais do que sorte, precisava de cruzes nos boletins de voto, assinalando que a candidatura é “moderna e respeitadora” das instituições e, por esse motivo, ia atrair cada vez mais gente. O candidato a Chefe de Estado insistiu também que é possível ter um Portugal melhor, e assumiu que está na corrida a Belém pelos seus quatro filhos e quatro netos.

Candidato condena ‘pressões’ do PSD

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Para João Cotrim Figueiredo é “muito grave” que o PSD esteja a pressionar os seus militantes para votarem em Luís Marques Mendes, como se o partido fosse “dono dos votos e das consciências das pessoas”.

“Se há dentro do PSD quem acha que pode pressionar pessoas que vão votar de forma diferente e, que isso, pode, em 2026, condicionar a escolha livre dos portugueses, é muito grave”, afirmou o também eurodeputado.

Estas considerações do antigo líder da IL surgiram depois de se ter cruzado, nesta visita ao Mercado do Livramento, com cinco militantes do PSD que denunciaram “pressões e retaliações” por não votarem no candidato apoiado por aquele partido, Luís Marques Mendes.

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“Há muitos militantes do PSD que o apoiam, mas têm medo de dar a cara por medo dos grandes, mas eu não tenho, sou livre”, disse um daqueles militantes sociais-democratas.

“Tem havido muitos relatos destes. O que eu tenho esperança é que não haja mais gente a vir referir retaliações e pressões porque isso é grave”, respondeu o candidato. “Eu espero que sejam apenas casos isolados e que não haja nenhuma manobra mais ou menos orquestrada para pressionar pessoas que sejam militantes notórios do partido em várias regiões para não votarem noutros candidatos”, assinalou.

As eleições presidenciais, às quais concorrem 11 candidatos, estão marcadas para 18, sendo que caso nenhum deles consiga mais de metade dos votos validamente expressos, realizar-se-á uma segunda volta em 8 de fevereiro, entre os dois mais votados. Com LUSA

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