Condenado a 14 anos e dez meses por homicídio a tiro em festa no Bairro da Bela Vista

Condenado a 14 anos e dez meses por homicídio a tiro em festa no Bairro da Bela Vista

Condenado a 14 anos e dez meses por homicídio a tiro em festa no Bairro da Bela Vista

Vítima foi atingida com um tiro na cintura durante uma festa na noite de 27 de fevereiro de 2022

O Tribunal de Setúbal condenou a 14 anos e 10 meses de prisão Cleidir Fernandes, vigilante de profissão com 35 anos, pelo homicídio a tiro à queima-roupa de um jovem de 25 anos durante uma festa no Bairro da Bela Vista.

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Luís Oliveira, a vítima, foi atingida com um tiro na cintura durante uma festa na noite de 27 de fevereiro de 2022 no Bairro da Bela Vista.

Em julgamento, o arguido confessou o crime, mas alegou que o disparo foi acidental, na sequência de um movimento brusco pela vítima enquanto os dois falavam. O tribunal afastou a tese de homicídio negligente por que a defesa pugnou e condenou o arguido por homicídio simples e detenção de arma proibida a 14 anos e 10 meses de prisão.

O crime aconteceu perto das duas horas da madrugada de 27 de fevereiro de 2022, numa altura em que o arguido, a vítima e outras pessoas encontravam-se no estabelecimento comercial de diversão noturna “Shisha Lounge”, na Avenida da Bela Vista, n.º 13, Setúbal. Por motivo não concretamente apurado, o arguido aproximou-se de Luís Oliveira, colocou-lhe o braço esquerdo à volta do pescoço e, fazendo uso de uma pistola 7,65 mm que trazia na outra mão, encostou-a à cintura deste, premiu o gatilho e disparou, provocando a morte da vítima, que viria a ocorreu um dia depois no hospital.

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O arguido fugiu para França, onde trabalhava como distribuidor de jornais, e viria a ser detido pela Polícia Judiciária de Setúbal, em colaboração com as autoridades francesas. Em tribunal, questionado sobre a razão de estar armado, o arguido disse que a levava consigo habitualmente porque temia represálias por um outro indivíduo que o tinha alvejado duas vezes à queima-roupa. Sobre a localização da arma, Cleidir disse que deitou a arma fora logo após o crime.

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