CDU aponta falta de rigor nos números apresentados por Dores Meira

CDU aponta falta de rigor nos números apresentados por Dores Meira

CDU aponta falta de rigor nos números apresentados por Dores Meira

Comunistas dizem que autarca está a “sacudir a responsabilidade das opções com impacto financeiro tomadas pela CDU com a sua participação”

A CDU Setúbal considera que os 98 milhões de euros que a atual presidente do município apresenta como dívida “carecem de rigor técnico”, e que esta é uma forma de “sacudir a responsabilidade das opções com impacto financeiro tomadas pela CDU com a sua participação”.

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As declarações são feitas em resposta à entrevista concedida por Maria das Dores Meira ao site ECO, no início deste ano, com os comunistas a referirem-se também ao estacionamento tarifado.

“Referindo a existência de 800 avenças de estacionamento, lança novas suspeitas e insinuações, confessando desconhecer quem são os beneficiários propõe ‘deitar tudo abaixo’ sem critério, demonstrando uma incapacidade de gestão básica. Mas, mais grave, insiste na narrativa falsa de atribuir a sua responsabilidade, enquanto pessoa que liderou este processo (recorde-se que foi proponente da concessão, júri do concurso e a celebrante do contrato em representação do município) ao anterior presidente da câmara municipal, André Martins”.

Entre outros assuntos referem, sobre o estudo do metrobus entre o Quebedo e o Faralhão, que “substituir um transporte pesado e estruturante” como o comboio “é condenar as populações das Praias do Sado e do Faralhão a uma mobilidade de segunda classe”.

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Sobre a Amarsul entendem que a autarca “omite os brutais aumentos da tarifa praticada, na sequência da privatização da empresa operada por um governo dos partidos que a apoiam”. Já com a Simarsul dizem que a edil “omite, deliberadamente, que se opôs ao fim da concessão às Águas do Sado” e “ao destaque da componente de saneamento em alta da concessão que o município mantinha com as Águas do Sado para que a Simarsul começasse a operar no concelho”.

Em informação publicada na página da rede social Facebook afirmam que a “atual gestão é um projeto de direita que prioriza interesses privados em detrimento do interesse público”.

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