19 Junho 2024, Quarta-feira

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Canções de Sérgio Godinho ganham cor através de 40 ilustrações

Canções de Sérgio Godinho ganham cor através de 40 ilustrações

Canções de Sérgio Godinho ganham cor através de 40 ilustrações

Artista esteve na cidade para apresentar um trabalho concebido em 2011 com ajuda de João Paulo Contrim

 

A música de intervenção de Sérgio Godinho juntou-se agora à ilustração para ‘dar cor’ à  imponente voz portuguesa. Nasce assim a obra “Sérgio Godinho e as 40 Ilustrações” onde vários artistas se juntaram para dar forma a uma ideia que já tinha surgido com João Paulo Contrim.

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“Há muito tempo que tinha a ideia de juntar num livro letras minhas com imagens. Na altura, o João Paulo estava a começar uma editora, a Abysmo, gostou da ideia e avançámos logo com o trabalho”, explicou o artista, no passado sábado, no Museu de Setúbal/Convento de Jesus que foi palco do encontro inserido no programa da Festa da Ilustração.

A obra produzida em 2011, ano em que se assinalaram 40 anos de carreira de Sérgio Godinho, “tem canções escolhidas pelo próprio compositor, enquanto João Paulo Cotrim seleccionou as quatro dezenas de artistas e ilustradores convidados a dar corpo às letras em desenho”, explica a nota de Imprensa da autarquia sadina.

Gonçalo Duarte, Inês Viegas Oliveira, Mantraste, Martina Manyà e André Ruivo são os cinco novos ilustradores que, doze anos mais tarde, integraram a ideia que deu origem a uma conferência.

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José Teófilo Duarte, curador da Festa da Ilustração e da DDLX – Design | Comunicação, explica que o conceito “foi os ilustradores transportarem para novas ilustrações cinco novas canções do Sérgio”.

Raquel Prazeres, assessora do vereador da Cultura Pedro Pina, participou no evento onde também os artistas Inês Viegas Oliveira e Mantraste “tiveram a oportunidade de partilhar com Sérgio Godinho os processos criativos, as técnicas e as conexões com as canções”.

A exposição, patente até 30 de Dezembro, conta com as ilustrações “Mão na Música” (de André Ruivo), “Grão da mesma mó” (Gonçalo Duarte), “A invenção da toda” (Inês Viegas Oliveira), “Quatro quadras soltas” (Mantraste) e “Baralho de cartas” (Martina Manyà).

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