28 Junho 2024, Sexta-feira

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Associação ambientalista Zero suspeita de fossa com óleos contaminantes na Rua Almeida Garret em Setúbal

Associação ambientalista Zero suspeita de fossa com óleos contaminantes na Rua Almeida Garret em Setúbal

Associação ambientalista Zero suspeita de fossa com óleos contaminantes na Rua Almeida Garret em Setúbal

A Zero recebeu informação de que estará prevista a construção de uma urbanização num local onde existem óleos lubrificantes usados

 

A Zero – Associação Sistema Terrestre Sustentável, suspeita de um “depósito de hidrocarbonetos”, num terreno na “Rua Almeida Garret”, em Setúbal, a que atribui ser uma “possível situação de descarga de óleos no solo”, provenientes de uma antiga oficina que funcionou no local, indica Rui Berkemeier, especialista da associação ambientalista, a O SETUBALENSE.

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A preocupação maior, acrescenta, é que por “informação que chegou à Zero, para o local estará prevista uma urbanização”, refere o ambientalista, manifestando a suspeita de serem “óleos lubrificantes usados”, portanto: “são contaminantes”.

Apesar de técnicos da Associação Sistema Terrestre Sustentável não terem estado ainda no terreno, diz Berkemeier que, pelo que conseguiu perceber, “existe uma suspeita real”, pelo que a situação “tem de ser investigada pela Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional de Lisboa e Vale do Tejo (CCDR-LVT), dai que a Zero já “tenha comunicado à presidente deste organismo, Maria Teresa Almeida, a existência deste depósito”.

“Ainda não obtivemos resposta. Só a CCDR-LVT, com o Serviço de Protecção da Natureza e do Ambiente, pode entrar no terreno e saber que tipo de resíduos são”. Inclusivamente, é preciso saber se a urbanização de que se fala estar prevista para o local “vai ou não ser construída em cima da fossa de armazenamento daqueles, óleos”.

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Para o ambientalista, não há dúvida de que se os óleos em questão foram contaminantes “não basta aterrar a zona, tem de ser descontaminada”. Mas só se saberá depois do parecer da CCDR-LVT.

O SETUBALENSE contactou, via e-mail, a CCDR-LVT sobre as questões colocadas pela Zero, inclusivamente se já tinha visitado o terreno. Mas até ao momento não recebeu resposta.

“Estamos preocupados, é preciso saber o que se passa no local. Se se confirmar que o solo está contaminado tem de ser descontaminado antes de se avançar com a construção”, reafirma Rui Berkemeier.

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