António José Seguro critica falta de resposta do Estado à ACM/YMCA Setúbal

António José Seguro critica falta de resposta do Estado à ACM/YMCA Setúbal

António José Seguro critica falta de resposta do Estado à ACM/YMCA Setúbal

Candidato presidencial considera situação “inaceitável” e um exemplo de mau funcionamento dos serviços públicos

O candidato presidencial António José Seguro criticou a ausência de resposta do Estado a um projeto da Associação Cristã da Mocidade (ACM) de Setúbal, agora conhecida como YMCA Setúbal, considerando a situação “inaceitável” e um exemplo de mau funcionamento dos serviços públicos.

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Nesta terça-feira o candidato apoiado pelo Partido Socialista (PS) ficou a conhecer a instituição localizada na Bela Vista, onde visitou as instalações e foi recebido de forma calorosa pelos mais pequenos. Após reunir com Luís Sebastião, presidente da YMCA Setúbal, António José Seguro afirmou que esta instituição tem pendente, há cerca de três anos, no Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana (IHRU) um projeto para a construção O SETUBALENSE de 88 casas, sem que tenha sido dada qualquer resposta, apesar de existir financiamento do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR). “Acha que isto é o Estado a funcionar? Não é o Estado a funcionar. Isto é inaceitável”, afirmou em declarações aos jornalistas.

Segundo António José Seguro, esta associação apresentou o projeto e investiu cerca de 700 mil euros, com o candidato apoiado pelo PS a sublinhar que o Estado “tem de responder às pessoas a tempo e horas”. António José Seguro garantiu que se candidata a Presidente da República com a intenção de ser “exigente com o Estado e com os serviços públicos”.

Questionado sobre o cenário eleitoral, o candidato afirmou dirigir-se diretamente aos eleitores, defendendo que o único voto “que conta” é o voto na sua candidatura, que, de acordo com o socialista, visa “equilibrar o sistema”, mas também “mudar muitas coisas”.

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Durante a visita, António José Seguro assistiu ainda a um grupo de cante alentejano, a cantar as Janeiras, com o candidato a demostrar apreço pelas mesmas, pelo cante alentejano e pela cultura popular, que considerou parte essencial da identidade coletiva.

Sobre o papel do Presidente da República, recorreu à metáfora musical para defender que o chefe de Estado deve ser capaz de mobilizar o país na diversidade, afirmando querer ser “o maestro da grande mobilização de esperança dos portugueses”.

Na comitiva que acompanhou o candidato presidencial marcaram presença Carla Vilar, mandatária distrital da candidatura, André Pinotes Batista, presidente da Federação Distrital de Setúbal do PS, Paulo Lopes, presidente da Assembleia Municipal de Setúbal, Tiago Cardoso, presidente da Junta de Freguesia de Azeitão, entre outros elementos socialistas.

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As eleições presidenciais estão marcadas para 18 de janeiro de 2026. Concorrem às presidenciais 11 candidatos, um número recorde. Caso nenhum consiga mais de metade dos votos validamente expressos, realizar-se-á uma segunda volta a 8 de fevereiro entre os dois mais votados.

Os candidatos são Gouveia e Melo, Luís Marques Mendes (apoiado pelo PSD e CDS), António Filipe (apoiado pelo PCP), Catarina Martins (Bloco de Esquerda), António José Seguro (apoiado pelo PS), o pintor Humberto Correia, o sindicalista André Pestana, Jorge Pinto (apoiado pelo Livre), Cotrim Figueiredo (apoiado pela Iniciativa Liberal), André Ventura (apoiado pelo Chega) e o músico Manuel João Vieira. 

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