7 Julho 2022, Quinta-feira
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Ter mais e melhor saúde começa por se cuidar do planeta

Dia Mundial da Saúde comemora-se na quinta-feira. Organismo salienta que a defesa do bem-estar passa pela causa ambiental e pela economia

 

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O Dia Mundial da Saúde comemora-se na próxima quinta-feira. Foi instituído em 1950 pela Organização Mundial de Saúde (OMS), com o objectivo de promover na sociedade estilos de vida saudáveis. Na página da OMS na Internet, a frase “Nosso planeta, nossa saúde” surge associada à menção da efeméride como lema. E a consciencialização é despertada por três questões: “Somos capazes de imaginar um mundo com ar puro, água e comida disponíveis para todos? Onde o sector económico esteja focado na saúde e no bem-estar? Onde as cidades sejam mais habitáveis e as pessoas controlem a sua e a saúde do planeta?”

Às questões não se seguem respostas, antes sim um rápido abandono do plano imaginário para o acordar da dura realidade, com alertas que fazem soar as sirenes de uma maior consciencialização necessária à escala global. Até porque, o último dos alarmes soou forte e ainda toca a todos pelos ‘quatro cantos do mundo’.

“No meio de uma pandemia, com um planeta poluído e o aumento de doenças, como o cancro, a asma, enfermidades cardíacas, no Dia Mundial da Saúde a OMS vai dedicar atenção geral às acções urgentes que são necessárias para manter o Homem e o planeta saudáveis e promover um movimento tendo em vista a criação de sociedades mais focadas no bem-estar”, lê-se na mensagem publicada por aquele organismo, que ganha ainda maior peso quando apresenta números.

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A OMS estima que “mais de 13 milhões de mortes por ano em todo o mundo se devem a causas ambientais que podem ser evitadas”. Entre essas pontifica “a crise das alterações climáticas”, considerada “a maior ameaça à saúde que a humanidade enfrenta”. Mais de 90% da população respira “ar nocivo para a saúde”, face à utilização de “combustíveis fósseis”.

A OMS lembra que a pandemia da covid-19 permitiu revelar toda a capacidade da ciência existente, no combate à doença, mas também deixou a nu as desigualdades existentes no mundo. “A pandemia revelou as fraquezas existentes em todas as áreas da sociedade e acentuou a urgência de se criar sociedades alicerçadas no bem-estar, comprometidas em alcançar uma saúde equitativa agora e para as futuras gerações, se sem que se viole os limites ecológicos”, defende. Para isso é necessário repensar a actual economia, e direccioná-la para o bem-estar, a protecção social e definir estratégias. “Romper com os ciclos de destruição do planeta e da saúde humana requer acção legislativa”, conclui a OMS.

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