4 Dezembro 2022, Domingo
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Executivo municipal de Setúbal solidário com Ucrânia condena agressão militar russa

PS defende que autarquia deve assumir a coordenação de todos os esforços voluntários no terreno

 

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Os três partidos que compõem o executivo municipal da Câmara de Setúbal apresentaram na reunião pública da passada quarta-feira uma moção a “condenar veemente” o ataque da Rússia à Ucrânia e a apelar ao seu fim.

No entanto, por não ter “sido incluída na Ordem de Trabalhos”, decidiram os vereadores do Partido Socialista (PS) retirar a mesma para ser votada na reunião de câmara do próximo dia 16.

Antes de cumprido um minuto de silêncio em memória das vítimas, a bancada socialista defendeu que a edilidade deve assumir a coordenação de todos os esforços voluntários no terreno.

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Isto porque consideram que “a divulgação dos bens necessários, dos locais de entrega, da forma de distribuição e transporte, da inscrição de voluntários e do trabalho no terreno deverá ter uma coordenação que una e rentabilize esforços”.

Já os vereadores social-democratas afirmam que a invasão “poderá transformar a Europa num novo teatro de guerra” e consideram que o “ditador Putin é responsável pela criação de um clima de medo, angústia e terror na Ucrânia”.

É também referido pelo PSD que Vladimir Putin, “que se mantém no poder há décadas, age como um tirano e com o único desígnio de ficar na história, custe o que custar, como aquele que fez regressar o velho e caduco ‘Império Russo'”.

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Na moção apresentada pela CDU, por sua vez, é pedida a “urgente realização de negociações que assegurem o restabelecimento da paz”, ao mesmo tempo que recorda que, “nas guerras, quem sofre sempre são as populações”.

“A presente guerra resulta, em muito, do impasse na implementação dos nunca cumpridos Acordos de Minsk, assinados em 2015 com o objectivo de pacificar o conflito no território ucraniano, que, em sete anos de confrontos violentos, provocou 14 mil vítimas”, recorda.

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