22 Outubro 2021, Sexta-feira
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Politécnico de Setúbal reforça capacidade com mais projectos e candidaturas

Número de candidaturas tem vindo a aumentar e o IPS tem visto vários projectos serem aprovados pela Fundação para a Ciência e Tecnologia

 

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O Instituto Politécnico de Setúbal (IPS) submeteu, na edição deste ano, cujas candidaturas terminaram em Março, um número recorde de candidaturas ao concurso de projectos de IC&DT em todos os domínios científicos da Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT), com 32 projectos apresentados, 12 dos quais enquanto instituição proponente.

As candidaturas abarcam um vasto leque de áreas do conhecimento, das tecnologias às ciências sociais, passando pela saúde e também pelas ciências empresariais.

O IPS encontra-se, assim, a reforçar a sua capacidade de investigação, pondo mais uma vez os recursos dos seus nove centros de investigação (CIPS2) ao serviço do seu território de influência e do progresso científico do país e da Europa.

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Susana Piçarra, vice-presidente do IPS com o pelouro da Investigação, destaca “a grande dinâmica começada no politécnico para fazer crescer a investigação”, considerando que “não há ensino superior sem investigação”.

“Pode haver investigação sem ensino superior mas não é a mesma coisa. Não dizemos que não a nenhum tipo de investigação mas a que queremos fazer é aplicada, de preferência na nossa região, com problemas locais, envolvendo os estudantes nos trabalhos de investigação porque é uma forma de lhes dar outros horizontes”.

Com os incentivos à investigação dos dois últimos anos, o IPS conseguiu apresentar à FCT cerca de 30 candidaturas por ano. Na call de 2020, viu aprovado um projecto do qual era proponente.

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“Este ano, temos três, dois como proponentes e outro enquanto entidade parceira. Foi mesmo muito bom e o mérito é todo dos nossos investigadores”, diz Susana Piçarra.

O IPS candidatou-se ao Concurso de Estímulo ao Emprego Científico (CEEC) da FCT pela primeira vez este ano “e foi com muita satisfação que foi aprovado, apesar de termos partido em situação de desvantagem porque os nossos centros de investigação ainda não estão acreditados pela FCT. Começámos a trabalhar com os que temos e depois de ganharem alguma dimensão iremos submeter na próxima call”.

Na candidatura, “apresentámos um plano ambicioso mas consistente e já com passos dados, no qual mostrámos como estamos a pensar reorganizar os nossos nove centros e quais são os nossos planos para o futuro”, e o resultado conquistado permite que o IPS consiga contratar mais investigadores doutorados, financiados pela fundação, e confere ao politécnico “um reconhecimento importante”.

A aposta crescente e dinâmica na investigação está, de acordo com a vice-presidente do IPS no domínio da investigação e do desenvolvimento, “a correr muito bem e há que agradecer a forma como todo o instituto tem sabido agarrar estas oportunidades e ido muito mais além do que era suposto. Cada vez que conseguimos um projecto de investigação a região ganha, a sociedade ganha, porque são sempre aplicados a nível local”.

Esta é, de acordo com os princípios da Universidade Europeia E3 UDRES2 , “uma forma de irmos tornando aos poucos a região mais inteligente e sustentável. Não somos as únicas pessoas que conseguem fazer isto, e também não conseguimos fazer isto sozinhos, mas somos um contributo importante e trabalhamos em conjunto”.

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