29 Setembro 2022, Quinta-feira
- PUB -
InícioRegionalTrabalhadores da Lisnave Yards em greve até final de terça-feira

Trabalhadores da Lisnave Yards em greve até final de terça-feira

Sindicato revela que os funcionários estão exaustos. Reividicam a contratação de mais trabalhadores e o fim do regime de adaptabilidade

 

- PUB -

Os trabalhadores da Lisnave Yards iniciaram hoje uma greve de quatro dias pela eliminação do regime de adaptabilidade e contratação de mais funcionários, face ao impasse nas negociações com a empresa, revelou fonte sindical.

Segundo o sindicalista Vítor Ferreira, do SITESUL, Sindicato dos Trabalhadores das Indústrias Transformadoras, Energia e Actividades do Ambiente do Sul, “o estaleiro precisa de muitos trabalhadores devido à sobrecarga de trabalho, uma vez que os trabalhadores da Lisnave Yards estão exaustos”.

Face à quantidade de trabalho que o estaleiro tem tido ao longo dos últimos anos, os trabalhadores da Lisnave Yards consideram também que não há razão para a empresa manter o actual regime de adaptabilidade, que está em vigor desde Fevereiro de 2009.

- PUB -

“Os trabalhadores têm de fazer anualmente 180 horas de trabalho extraordinário não pago, incluindo dez sábados ou feriados”, salientou o sindicalista do SITESUL, reiterando que esse trabalho extraordinário não é remunerado como tal e que os trabalhadores são compensados com dias de descanso quando há quebras de produção.

Além das principais razões da greve – fim do regime de adaptabilidade e contratação de mais trabalhadores – o SITESUL exige também melhores refeições e melhores condições de Segurança e Saúde no Trabalho.

A greve na Lisnave Yards deverá prolongar-se até às 23h59 de terça-feira, dia 5 de Outubro.

Comentários

- PUB -

Mais populares

Transportes em Setúbal: “Isto não está mau. Está péssimo!”

Reuniões com a população expõem drama de grandes dimensões contado em testemunhos trágico-cómicos

Autoeuropa com legionella não pára produção nem avisa trabalhadores

Empresa diz que nenhuma pessoa foi infectada e que está a cumprir a lei

“Reunião” dos bombeiros acaba à chapada e ao pontapé com a PSP a ser chamada ao quartel [corrigida]

Demissões na direcção culminaram com agressões físicas entre bombeiros, entre directores, e entre bombeiros e dirigentes
- PUB -