26 Outubro 2021, Terça-feira
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MAEDS apresenta “Bocage visto pela comunidade educativa de Setúbal”

Exposição é parte integrante da programação cultural “Bocage, o poeta da liberdade”

 

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Depois de a conferência “A época de Bocage – resistências e mudanças no ocaso do Antigo Regime”, por António Chitas, ter marcado, a 10, o arranque da programação cultural “Bocage, o poeta da liberdade – a construção da memória nos 150 anos da estátua de Bocage”, o Museu de Arqueologia e Etnografia do Distrito de Setúbal (MAEDS) apresenta a exposição “Bocage visto pela comunidade educativa de Setúbal” até ao dia 16 de Outubro. 

A mostra reúne várias formas de ver Bocage pelos olhos dos mais novos elementos da comunidade educativa de Setúbal e os resultados de um inquérito que analisa o conhecimento existente sobre a vida e obra do poeta realizado aos alunos da Escola Básica Barbosa du Bocage, no ano escolar 2020-2021.

A inauguração, na tarde de sábado, contou com a presença de vários elementos da comunidade educativa local, nomeadamente da Escola Básica Barbosa du Bocage e da Escola Básica Luísa Todi, participantes na iniciativa que partilharam as suas experiências sobre o trabalho desenvolvido.

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“Nas nossas escolas ainda hoje se trabalham pouco as memórias, os valores e as figuras que são importantes na comunidade e é exemplar esse projecto por isso mesmo e pela forma como trabalhou os valores e a memória de uma comunidade e ajudou a promover e a dar a conhecer todo este património, este poeta icónico da nossa região”, começou por dizer Sofia Martins, secretária-geral da Associação de Municípios da Região de Setúbal (AMRS), no momento inaugural, para depois adiantar que “a AMRS e o MAEDS se encontram sempre de portas abertas para tudo o que são movimentos culturais na comunidade”.

Professor e um dos mentores da acção de formação sobre Bocage que deu agora lugar à exposição, António Chitas explicou que “que se pretende com este projecto sensibilizar as nossas crianças, através dos professores e das escolas, para Bocage, para aquilo que ele realmente foi”.

Nas suas palavras, “a missão principal da escola pública é educar para a cidadania e para os valores democráticos. A figura de Bocage, o estudo da sua vida e obra, feito a partir de moldes diferentes, e que lhes façam justiça, é um contributo muito grande para atingir esse objectivo. Queremos preservar a democracia, mantê-la, transmitir este ideário às gerações mais novas”.

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Para Joaquina Soares, directora do MAEDS, uma das entidades organizadoras da exposição bem como da programação cultural, “Bocage é um património imaterial e humano do mais importante que a cidade e que a região têm, uma vez que é um homem da literatura, extremamente importante para a sua época, é uma personagem extremamente culta e a sua própria vida é um espelho de cidadania”.

Contribuir para que a memória de Bocage se mantenha e seja preservada é, de acordo com Joaquina Soares, o principal objectivo: “e esta é uma grande bandeira para o desenvolvimento da cidade e da região. Temos de desenvolver, tirar partido, desta memória, para podermos mostrar ao resto do mundo como temos valores patrimoniais tão importantes como Bocage”.

Patente ficou a intenção de dar continuidade ao projecto, uma vez que, nas palavras de Maria José Alves, professora na Escola Básica Barbosa du Bocage, “Bocage merece e os alunos ganham”.

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