20 Agosto 2022, Sábado
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LASA homenageia António Osório e Custódio Pinto no Dia de Setúbal

Distinguidos pelo seu contributo para a poesia e pelo seu papel na promoção da natação

 

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António Osório e Custódio Carvalho Pinto foram as personalidades que a Liga dos Amigos de Setúbal e Azeitão (LASA) homenageou no Dia de Bocage e da Cidade, em sessão pública realizada no Salão Nobre da Câmara Municipal de Setúbal.

A cerimónia integrou também a apresentação da obra vencedora do Prémio Literário Bocage de 2020 e uma memória a três dirigentes da associação falecidos no último ano.

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Homenagem pública a dois setubalenses

António Osório, reputado escritor e advogado, mereceu a homenagem da LASA pelo seu contributo para a poesia portuguesa e pela ligação que tem feito entre a sua obra e a paisagem natural da região.

O percurso feito passa também pela preocupação ambiental, iniciado com a obra “Raiz afectuosa”, de 1972.

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Já Custódio Carvalho Pinto, conhecido pela sua intervenção cívica e por ser o colaborar mais antigo de O SETUBALENSE, teve o elogio da LASA pelo seu papel no ensino e promoção da natação, por ter pugnado pela construção do Estádio do Bonfim e pela transformação do Forte de Albarquel.

Para Helena Mattos, presidente da Mesa da Assembleia Geral da LASA, ao serem homenageados os dois cidadãos, pretende-se “prestar também homenagem a todos os setubalenses e azeitonenses, pelo nascimento ou pelo coração, pois todos, dia-a-dia, à sua maneira, constroem a identidade do concelho e da cidade de Setúbal”.

Lembradas foram também as figuras de Luís Machado Luciano, Vítor Baião e Duarte Machado, três dirigentes da LASA falecidos no último ano, para os quais Helena Mattos pediu “um pensamento de gratidão pelo que deram à Liga e a cada um dos seus colaboradores e amigos”.

Poemas do Prémio Bocage 2020

O segundo momento da sessão ficou marcado pela apresentação do livro “O vidro desabitado”, de Fernando Fitas, obra que venceu o Prémio Literário Manuel Maria Barbosa du Bocage 2020, certame criado pela LASA em 1999.

Composto por um conjunto de poemas produzidos no tempo da pandemia, o livro mereceu a escolha do júri “pela riqueza de construção e de imagens e pelo dizer poético do difícil momento que a Humanidade tem atravessado”.

José Vaz leu alguns textos da obra e Fernando Fitas testemunhou que o tempo do confinamento foi o das “ruas completamente desabitadas, sem trânsito, em que as pessoas mudavam de passeio para não se cruzarem com os outros”, período marcante pela “exuberância do silêncio e pela vastidão do vazio”.

*João Reis Ribeiro – Professor

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