Transtejo vai assegurar a travessia fluvial entre Seixal e Barreiro

Transtejo vai assegurar a travessia fluvial entre Seixal e Barreiro

Transtejo vai assegurar a travessia fluvial entre Seixal e Barreiro

Na cerimónia do primeiro ano da travessia fluvial 100 elétrica, Miguel Pinto Luz anunciou investimentos que agradaram aos autarcas

A partir de junho, a Transtejo vai assegurar a travessia fluvial entre as cidades do Seixal a do Barreiro e Lisboa, garantiu o ministro da Infraestruturas e Habitação, Miguel Pinto Luz, hoje durante a cerimónia que assinalou o primeiro ano da entrada em funcionamento da frota em operação 100% elétrica da TTSL – Transtejo Soflusa, e 2 milhões de passageiros transportados.

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Durante a comemoração, que decorreu no Terminal Fluvial do Seixal, o governante afirmou ainda que, dentro de alguns anos, a ponte entre os concelhos do Seixal e Barreiro vai mesmo ser construída quando for feita a terceira ponte sobre o Tejo.

Dois anúncios que agradaram ao presidente da Câmara do Seixal, Paulo Silva, nomeadamente quando ouviu Miguel Pinto Luz afirmar que a autarquia vai deixar de pagar o aluguer do parque de estacionamento do Cais Fluvial do Seixal. “Era uma reivindicação da Câmara Municipal do Seixal”, lembrou o autarca a O SETUBALENSE. “Quando a Câmara ficou com a gestão do parque, este passou a ser gratuito para a população, mas custava à autarquia 60 mil euros por ano, agradou-me bastante que vamos poupar esse dinheiro”.

Agora Paulo Silva pretende que seja aumentado o número de carreiras na ligação fluvial entre o Seixal e Lisboa para que mais habitantes do Seixal possam usar o transporte fluvial em vez do transporte ferroviário da Fertagus, neste momento sobrelotado.

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Miguel Pinto Luz anunciou, também ontem, que vão ser adquiridas duas novas carruagens em 2027 a serem colocadas ao serviço do comboio da ponte. “A Fertados não está a conseguir cumprir de forma cabal e definitiva a sua oferta. Quero acomodar parte dos anseios dos utentes e, portanto, paulatinamente, mas com ambição e afirmação, vamos conseguir chegar lá”, disse.

Para Paulo Silva, a aquisição destas duas carruagens “é um paliativo”, e afirma que “é necessário mais material circulante. O senhor ministro diz que em 2028 irá haver esse material circulante e isso para mim, particularmente, é bom”.

Entretanto, o ministro Miguel Pinto Luz frisou que o Governo, além de investir na mobilidade fluvial elétrica, que considera “também essencial”, assim como a eletrificação das linhas ferroviárias nacionais, “está a apostar na mobilidade elétrica rodoviária”. Disse o ministro que, no ano passado, o Governo “investiu em mais de 800 autocarros elétricos”.

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“Repare-se que 40% da energia das emissões que temos no País vem da área dos transportes, e isto tem de ser transformado”, mais ainda quando “enfrentamos uma crise energética grande”.

Na comemoração do primeiro ano da operação 100% elétrica da Transtejo Soflusa, além da comitiva do Ministério das Infraestruturas e Habitação, esteve a administração da empresa e os presidentes das câmaras do Seixal, Montijo, Moita e Barreiro.

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