Santiago do Cacém lança 16.ª edição do Prémio de Conto Manuel da Fonseca

Santiago do Cacém lança 16.ª edição do Prémio de Conto Manuel da Fonseca

Santiago do Cacém lança 16.ª edição do Prémio de Conto Manuel da Fonseca

O Prémio de Conto Manuel da Fonseca, de periodicidade bienal, distingue uma coletânea de contos originais, escritos em português

O município de Santiago do Cacém, lança hoje a 16.ª edição do Prémio de Conto Manuel da Fonseca, com o período de entrega de obras a decorrer até 16 de abril.

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O Prémio de Conto Manuel da Fonseca, de periodicidade bienal, distingue uma coletânea de contos originais, escritos em português, por um autor maior de idade de nacionalidade portuguesa, ou cidadãos naturais e/ou residentes em países de língua oficial portuguesa.

Em comunicado, a Câmara de Santiago do Cacém, que instituiu o prémio em 1995, indicou que a fase de receção dos trabalhos concorrentes iniciou-se hoje e prolonga-se até ao dia 16 de abril.

A obra vencedora, selecionada pelo júri, recebe um valor pecuniário de 4.000 euros, sendo editada no ano seguinte ao concurso, acrescentou. 

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De acordo com a autarquia, podem concorrer “coletâneas de contos, cujo conteúdo temático é livre e dirigido ao público adulto”, não sendo admitidas “obras a título póstumo ou de índole infanto-juvenil”.

“Contos do Senhor Tomás da Graça (Dez Contos e Três Intervalos)”, da autoria de Eduardo Palaio, sob pseudónimo Joachim Guerra, foi a obra vencedora da 15.ª edição do Prémio de Conto Manuel da Fonseca, atribuído em 2024, que mereceu a unanimidade do júri.

O prémio, segundo o município, presta homenagem ao escritor alentejano, “figura incontornável da literatura portuguesa”, e à sua obra, “através da forma narrativa do conto, em que o autor revelou toda a sua excelência”.

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Na 15.ª edição do prémio, que visa contribuir para a revelação de novos escritores na língua portuguesa, foram admitidos a concurso 17 originais de autores lusófonos.

Manuel Lopes Fonseca (1911-1993), conhecido no mundo das letras como Manuel da Fonseca, foi poeta, contista, romancista e cronista. Nas suas obras, marcadas pela intervenção social e política, relatou a dureza da vida no Alentejo, realidade que lhe era próxima.

“Cerromaior” (1943) e “Seara de Vento” (1958), vários volumes de poesia e também de contos, como “O Anjo no Trapézio” (1968) ou “O Fogo e as Cinzas” (1953), são alguns dos seus livros.

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