83. Hospital do Litoral Alentejano tem acompanhado crescimento da população na região 

83. Hospital do Litoral Alentejano tem acompanhado crescimento da população na região 

83. Hospital do Litoral Alentejano tem acompanhado crescimento da população na região 

100 ANOS DO DISTRITO DE SETÚBAL, 100 ACONTECIMENTOS. Unidade de saúde serve as populações de Santiago do Cacém, Sines, Grândola, Alcácer do Sal e Odemira 

O acesso a cuidado de saúde por parte das populações do Litoral Alentejano nem sempre foi fácil, mas em 2004 o cenário mudou. A 22 de julho desse ano era inaugurado o Hospital do Litoral Alentejano (HLA), para estar perto das populações de Santiago do Cacém, Sines, Grândola, Alcácer do Sal e Odemira. 

- PUB -

Até à entrada em funcionamento do novo hospital, a assistência hospitalar na região dependia essencialmente do antigo Hospital do Conde do Bracial, em Santiago do Cacém, que tinha já pouca capacidade para responder ao crescimento populacional e ao desenvolvimento daquela região – onde decorria a expansão do complexo industrial e portuário de Sines e o aumento de estrangeiros a trabalhar nas estufas de Odemira. 

O hospital serve uma das maiores áreas geográficas do Pais, com mais de 100 km de distância entre os limites geográficos, numa superfície de 5309,4 km quadrados. 

Apesar da inauguração oficial ter decorrido apenas no mês de julho, a unidade hospitalar começou a funcionar em pleno a 7 de junho de 2004 com 15 serviços distintos nas áreas da ação médica, além de seis serviços complementares de diagnóstico e terapêutica, e bloco operatório. Quando nasceu, servia cerca de 100 mil habitantes 

- PUB -

Segundo a Revista Medicina Interna, datada de 2021, a unidade dispunha de 146 camas distribuídas por Medicina Interna (Enfermaria, Unidade de Cuidados Intermédios, Unidade de AVC, Unidade de Hospitalização Domiciliaria), Unidade de Cuidados Intensivos, Cirurgia Geral, Ortopedia e Unidade de Cuidados Paliativos.

O Hospital de Dia Oncológico, Hospital de Dia de Insuficiência Cardíaca, Consulta Externa, Serviço de Medicina Física e Reabilitação, Imagiologia, Patologia Clínica, Bloco Operatório, Anestesiologia, Anatomia Patológica e Imunohemoterapia, eram outros dos serviços que foram gradualmente abrindo portas. 

Em 2020, durante a época da covid-19, a unidade anunciou que ia ampliar o serviço de medicina intensiva para reforçar a sua resposta à pandemia, num investimento de cerca de um milhão de euros, “entre obras e equipamentos”, escreve a agência Lusa.

- PUB -

Um ano mais tarde, o heliporto do Hospital do Litoral Alentejano, foi alvo de uma empreitada de requalificação, num investimento de cerca de 100 mil euros. O equipamento tinha deixado de funcionar em dezembro de 2018 por não respeitar as regras da Autoridade Nacional da Aviação Civil (ANAC). 

A autorização de utilização do equipamento só chegou a 17 de setembro de 2025, naquele que foi “um processo exigente e prolongado, desenvolvido ao longo de cinco anos e envolvendo diversas etapas técnicas, operacionais e regulamentares”, segundo explica o site oficial da unidade local de saúde. O processo custou à ULSLA cerca de 600 mil euros. 

Desde 1 de setembro de 2025 que o HLA conta com o Espaço do Cidadão, que tem o objetivo de facilitar o acesso dos cidadãos a vários serviços públicos. Este resulta de uma parceria entre a Unidade Local de Saúde do Litoral Alentejano (ULSLA) e a Agência para a Reforma Tecnológica do Estado (ARTE), antiga Agência para a Modernização Administrativa (AMA). 

Aos dias de hoje o conselho de administração é composto pela presidente, Catarina Arizmendi Filipe, Pedro Ruas, vogal executivo, José Sousa e Costa, diretor clínico na área hospitalar, Zaida Alves, diretora clínica na área dos Cuidados de Saúde Primários e Ana Palmeirinha, enfermeira diretora. 

Partilhe esta notícia
- PUB -

Notícias Relacionadas

- PUB -
- PUB -

Apoie O SETUBALENSE e o Jornalismo rumo a um futuro mais sustentado

Assine o jornal ou compre conteúdos avulsos. Oferecemos os seus primeiros 3 euros para gastar!

Quer receber aviso de novas notícias? Sim Não