12 Agosto 2022, Sexta-feira
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Santiago do Cacém apresenta livro vencedor do Prémio de Conto Manuel da Fonseca

João Morgado, sob o pseudónimo “Liang”, assina “Contos de Macau”, a obra vencedora da 13.ª edição do prémio nacional promovido pela Câmara Municipal

A obra vencedora da 13.ª edição do Prémio Nacional de Conto Manuel da Fonseca, intitulada “Contos de Macau”, da autoria de João Morgado, vai ser apresentada no sábado, em Santiago do Cacém.

A sessão de apresentação do livro, que reúne uma colectânea de contos originais, que o autor assinou sob o pseudónimo “Liang”, está marcada para as 16h00, na Biblioteca Municipal Manuel da Fonseca, revelou a Câmara de Santiago do Cacém.

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Segundo o município, promotor do prémio, de carácter bienal, a obra que ganhou a mais recente edição do galardão recebeu a unanimidade do júri, que classificou “Contos de Macau” como uma obra de “um grande lirismo”.

“As narrativas dos vários contos deixam transparecer uma elevada qualidade estética e um excelente domínio da linguagem. A atmosfera da cultura oriental está muito bem representada, seduzindo a atenção do leitor”, destacou o júri, citado no comunicado da autarquia.

O prémio pretende homenagear o “grande escritor” Manuel da Fonseca, natural de Santiago do Cacém, “figura incontornável da literatura portuguesa”, e a sua obra, sobretudo através da forma narrativa do conto em que o autor revelou “toda a sua excelência”.

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De acordo com o município, o prémio contribui, ao mesmo tempo, para a revelação de novos criadores em língua portuguesa.

A iniciativa distingue uma colectânea de contos originais, por autor maior de idade, natural de qualquer país que integre a comunidade lusófona.

A obra seleccionada pelo júri conquista um prémio pecuniário de 4.000 euros e é também editada pela Câmara de Santiago do Cacém.

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Manuel Lopes Ferreira Fonseca (1911-1993), conhecido no mundo das letras como Manuel da Fonseca, foi poeta, contista, romancista e cronista.

Deixou obras como os romances “Cerromaior” (1943) e “Seara de Vento” (1958), vários volumes de poesia e também de contos, como “Um Anjo no Trapézio” (1968) ou “O Fogo e as Cinzas” (1953).

Nas suas obras, marcadas pela intervenção social e política, relatou a dureza da vida no Alentejo, realidade que lhe era próxima.

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