Junta de Pinhal Novo prepara-se para alargar horário e trabalha para ter Balcão SNS24

Junta de Pinhal Novo prepara-se para alargar horário e trabalha para ter Balcão SNS24

Junta de Pinhal Novo prepara-se para alargar horário e trabalha para ter Balcão SNS24

João Estróia Vieira, presidente da junta, anuncia medidas que quer ver implementadas na autarquia. E elenca as obras que considera prioritárias

A Junta de Freguesia de Pinhal Novo vai passar a estar aberta ao público durante a hora de almoço e está a envidar esforços para poder contar com a instalação de um Balcão SNS24. A informação foi avançada por João Estróia Vieira, presidente da junta, em entrevista à Rádio Popular FM e a O SETUBALENSE.

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O alargamento do horário de funcionamento está previsto ser implementado a partir de meados deste ano. “Estamos a pensar ter os serviços da junta abertos durante todo o dia, ou seja, que não se faça pausa para a hora de almoço. Creio que esse prolongamento do horário de atendimento ao público poderá estar implementado até meio deste ano”, disse João Estróia Vieira.

Quanto ao Balcão SNS24, não há ainda previsão de data para entrar em funcionamento. “O Balcão SNS24, que foi uma das nossas bandeiras de campanha e que vamos implementar na nossa junta, permitirá às pessoas renovarem as suas receitas ou fazerem teleconsultas. Isso aliviará também os nossos centros de saúde. Estamos dependentes da Unidade Local de Saúde da Arrábida, que precisa de assinar um contrato com a Direção-Geral da Saúde e isso é mais demorado. Da nossa parte já está tudo feito”, salientou o autarca, que diz pretender que este tipo de serviço seja alargado a outras zonas da freguesia. “Queremos ir além daquilo que é o Balcão SNS24, ou seja, queremos levar depois esses serviços para algumas associações que estão nas áreas rurais.”

Na véspera da Junta de Pinhal Novo ter assinalado o seu 98.º aniversário e 38 anos de elevação a vila – com uma sessão solene em que foi distinguido Joaquim Ricardo, primeiro presidente desta autarquia –, João Estróia Vieira elencou as prioridades para o futuro próximo.

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“Ao nível de serviços, queremos fazer algumas mudanças, nada de radical, mas algumas modernizações, a desmaterialização de documentos também. Queremos uma desburocratização, uma aproximação também à população, uma maior transparência sobre o que são os trabalhos da junta”, frisou sobre o funcionamento da autarquia, que pela primeira vez passou a ser gerida por outra força política (PS) que não o PCP. Apesar disso, e tendo em conta os resultados eleitorais, as duas forças estabeleceram um “acordo pós-eleitoral”, que tem contribuído, admite o presidente da junta, para “uma transição mais suave”. “Temos dois elementos no executivo que são da CDU”, lembrou, sem deixar de sublinhar: “A CDU deixou-nos uma situação financeira completamente equilibrada, nada obscuro, a situação financeira é perfeitamente estável.”

Em relação a prioridades, o autarca destacou a necessidade de intervenções no edifício-sede da junta, no Mercado e nos cemitérios, além de eleger como fundamental a limpeza e higiene urbana. A antiga sede do Clube Desportivo Pinhalnovense, apontou, “poderia ser uma casa da cultura”, já que, justificou, existe défice deste tipo de equipamentos na freguesia. Além disso, “faria sentido que existisse no Pinhal Novo uma repartição de finanças”. “Se calhar faz mais sentido aqui no Pinhal Novo, que tem à volta de 30 mil habitantes, do que na vila de Palmela. Ou então [haver as] duas”, concluiu.
Esta entrevista pode ser ouvida na íntegra aqui.

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