2 Fevereiro 2023, Quinta-feira
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Palmela já integra rede para transição alimentar que aposta na criação de agroparques

Até 2030, cerca de 15% do aprovisionamento alimentar da AML é para ser assegurado através de modos de produção sustentáveis e com recurso a soluções inovadoras

 

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O município de Palmela já faz parte da Rede para a Transição Alimentar na Área Metropolitana de Lisboa (AML), depois de no passado dia 7 ter rubricado a Carta de Princípios e de Compromissos da “FoodLink”.

Esta rede reúne, de acordo com a Câmara Municipal, “35 entidades públicas e privadas”.

“Com a constituição da ‘FoodLink’ pretende-se contribuir para a criação de um sistema alimentar sustentável, resiliente e economicamente dinâmico, através do desenvolvimento de agroparques. O projecto incubou entre 2019 e 2021 e está, hoje, pronto a dar um novo passo”, explica a autarquia, para apontar de seguida as metas desta iniciativa. “Pretende-se que, até 2030, cerca de 15% do aprovisionamento alimentar da AML possa ser assegurado através de modos de produção sustentáveis e com recurso a soluções inovadoras, quer no que respeita à gestão da água, conservação dos solos e utilização de fitofármacos, quer no que se refere a redes de distribuição de proximidade.”

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Entre as várias acções que constam na carta de compromissos, a edilidade destaca, no arranque desta plataforma colaborativa, “a definição de uma estratégia comum de planeamento e gestão do sistema alimentar metropolitano, a implementação de um programa de formação, capacitação e educação em literacia alimentar, e a criação de uma marca própria para os produtos ‘FoodLink’ à escala regional”. A criação desta plataforma colaborativa, sublinha o município, assenta assim “em objectivos muito concretos, ao nível da sustentabilidade e defesa da biodiversidade, da mitigação das alterações climáticas, da promoção de emprego e equidade social e da salvaguarda da dieta mediterrânica”.

A autarquia justifica a participação na rede pela “pertinência” da acção tendo em vista “a salvaguarda da soberania alimentar” bem como a “resposta aos desafios ambientais e climáticos que se colocam, colectivamente, mas também pelo papel determinante que o concelho pode e deve assumir enquanto coração agrícola da região”.

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