SMAS do Montijo fecham 2025 com saldo de quase 1,3 milhões de euros

SMAS do Montijo fecham 2025 com saldo de quase 1,3 milhões de euros

SMAS do Montijo fecham 2025 com saldo de quase 1,3 milhões de euros

Execução da receita atingiu os 103%, o que traduz uma cobrança líquida a rondar os 9,4 milhões de euros. Execução da despesa foi de 88,99%

Os Serviços Municipalizados de Água e Saneamento (SMAS) do Montijo fecharam 2025 com um saldo de gerência no valor de 1 milhão e 298 mil euros e com uma execução orçamental da receita de 103%, o que traduz uma cobrança líquida de 9 milhões e 380 mil euros. Os números constam na prestação de contas, que foi apresentada na reunião de câmara de 15 de abril e aprovada com os votos favoráveis do movimento Montijo com Visão e Coração (MVC), PSD e PS. O Chega votou contra.

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Durante a apresentação do documento, Fernando Caria, presidente da autarquia, vincou que “os SMAS transitaram de ano sem qualquer dívida a fornecedores”. Segundo o autarca do MVC, a execução orçamental da despesa foi de 88,99%, o que reflete pagamentos “no montante de 8 milhões e 36 mil euros”.

As despesas com pessoal representaram “37% e as aquisições de serviços correntes 50% do total”, incluindo “o pagamento à Simarsul no valor de 3 milhões e 111 mil euros”. Quanto a despesas de capital o grau de execução “atingiu os 92%”, o que implicou um “resultado líquido negativo de 1 milhão e 78 mil euros”.

Fernando Caria adiantou que em 2025 os SMAS registaram 28.846 contratos ativos, o que representou “um ligeiro aumento” em relação a 2024. O sistema de gestão da qualidade foi igualmente “recertificado para o período 2025-2028, após auditoria que confirmou a sua solidez”.

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Os SMAS foram reforçados em recursos humanos com vista a garantirem “a continuidade das atribuições dos serviços”, sendo que, em dezembro de 2025, contavam com “109 trabalhadores”.

As despesas com pessoal cresceram “11,4% em relação a 2024”, face a contratações mas também a atualizações salariais, explicou.

O presidente da autarquia salientou ainda que “no domínio do saneamento, ao longo de 2025, não foram efetuados investimentos na rede” e assumiu esta área como prioridade futura. No que toca ao abastecimento público de água, os investimentos “centraram-se em equipamento das estações de captação, nomeadamente, em bombas submersíveis e captações subterrâneas”, concluiu.

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