21 Janeiro 2022, Sexta-feira
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SCUPA aguarda acção de formação para que posto de transferência de pescado comece a funcionar

Espaço está operacional. Arranque deve ocorrer em breve. Docapesca vai dinamizar formação sobre sistema informático

 

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O posto de transferência de pescado do Montijo já está operacional, mas ainda não entrou em funcionamento. O arranque do serviço não tem data prevista, porém deverá ocorrer em breve, apurou O SETUBALENSE junto de fonte próxima do processo.

Em causa está apenas uma acção de formação sobre o sistema informático, instalado no posto, que terá ainda de ser dinamizada pela Docapesca a elementos da Sociedade Cooperativa União Piscatória Aldegalense (SCUPA).

O protocolo para a implementação e operacionalidade do posto de transferência de pescado, no cais dos pescadores, foi assinado no passado dia 17 de Dezembro entre Docapesca, Câmara Municipal do Montijo e SCUPA, sendo homologado pela secretária de Estado das Pescas, Teresa Coelho. O acordo foi rubricado por Sérgio Faias e Isabel Ferreira, presidente e vogal do Conselho de Administração da Docapesca, respectivamente, Nuno Canta, presidente da autarquia, e Paulo Coelho, que preside à direcção da SCUPA.

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Segundo a autarquia, o protocolo “visa estabelecer as condições de cooperação entre as partes” de forma a “assegurar a implementação de um posto de transferência de pescado, no concelho do Montijo, e a sua adequada gestão e manutenção”.

Equipamento necessário para os profissionais do sector

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Durante a cerimónia protocolar, que decorreu no próprio local, Nuno Canta lembrou que o equipamento vem beneficiar “os pescadores, o concelho e as gentes” montijenses. “[O posto] vai contribuir muito para a valorização da classe piscatória, permitindo a entrada segura de peixe e pescado no mercado interno”, disse então o presidente da Câmara do Montijo, sem deixar de vincar que os profissionais da pesca, até à data, têm sido obrigados a dirigir-se a Setúbal ou a Almada para o efeito.

Paulo Coelho reforçou a importância da infra-estrutura para a comunidade piscatória local. O responsável da SCUPA considerou o novo posto “imprescindível para as necessárias operações de transferência de pescado para as lotas mais próximas”.

Já Sérgio Faias fez questão de recordar que “os 60 anos de existência da Docapesca assentam em uma parceria profícua com a comunidade piscatória de todo o País”. “É um trabalho conjunto e de confiança. Os pescadores entregam-nos o produto do seu trabalho, cabe-nos a nós valorizá-lo”, sustentou o presidente do Conselho de Administração da Docapesca.

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