29 Junho 2022, Quarta-feira
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Fullquest cria Túnel de Descontaminação para hospitais de primeira linha

Equipamento permite eliminar bactérias e vírus das roupas dos profissionais de saúde. Pode ser usado contra a Covid-19

Foi fundada há quatro anos e prepara-se para apresentar um projecto pioneiro que promete ampliar a capacidade de resposta à prevenção de contágios em meio hospitalar. Trata-se da Fullquest, empresa do Montijo, que acaba de concluir um Túnel de Descontaminação que pode ser utilizado no combate à Covid-19 nos hospitais.

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Fernando Maia, 47 anos, consultor da empresa, que conta com dois administradores e que aposta na produção publicitária e de projectos inovadores conforme as necessidades do mercado e da sociedade, dá a conhecer a O SETUBALENSE o projecto que promete contribuir para a contenção da propagação do coronavírus nas unidades hospitalares.

“Concluímos hoje [ontem] o projecto que vamos lançar ainda esta semana. Estamos a falar de um Túnel de Descontaminação para os hospitais de primeira linha e visa, como o próprio nome indica, descontaminar o vestuário e calçado dos profissionais de saúde antes de irem para o balneário para trocarem de roupa”, explicou o consultor.

“Este equipamento permite efectuar descontaminação quer de bactérias quer de vírus (virucida). E pode ser já utilizado na Covid-19”, garante Fernando Maia, sustentando que o projecto tem vindo a ser “acompanhado por médicos que têm estado empenhados na luta contra o novo coronavírus”.

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O consultor da Fullquest realça ainda que a empresa está “a tentar arranjar patrocinador para colocar a primeira unidade já produzida no Hospital Curry Cabral, em Lisboa”, e acrescenta que cada túnel de descontaminação demora “apenas quatro dias” a produzir. Neste momento, a empresa está a tratar de registar a patente do projecto.

Três mil viseiras ofertadas

A atenção da Fullquest na área da saúde, nesta fase de emergência nacional, não se resumiu a este novo trabalho. A empresa aproveitou a actual conjuntura para dar apoio aos profissionais de saúde, nomeadamente com a produção diária de viseiras de protecção que tem feito chegar a várias unidades hospitalares e forças de segurança.

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“Como temos material, decidimos já há um mês começar a fazer gratuitamente viseiras. Já produzimos à volta de três mil, que foram entregues nos hospitais Egas Moniz, Santa Maria, Curry Cabral, S. Francisco Xavier, Pulido Valente, Centro de Saúde da Amadora, hospital do Montijo e hospital das Forças Armadas, além da GNR Fiscal de Lisboa e da GNR do Ministério dos Negócios Estrangeiros”, disse, lembrando também entregas feitas à Câmara de Ovar e à Paróquia de Ramada.

“Todos os dias chegam-nos solicitações para doação de viseiras e vamos continuar a produzir e a apoiar durante os próximos tempos”, concluiu.

Totem que previne fogos e ‘spot’ cinzeiro

A Fullquest, de resto, também se afirmou com trabalhos executados noutras áreas, como a da Protecção Civil.

“Fizemos uma torre, um totem linkado ao IPMA que sinaliza o risco de incêndio nos concelhos onde está instalado.”

No domínio do Ambiente, a empresa criou uma solução que contribui para a higienização do espaço público. “Criámos um ‘spot’ cinzeiro que sensibiliza e permite a deposição de beatas de cigarros”, revelou Fernando Maia, a finalizar.

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