13 Junho 2024, Quinta-feira

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Obra da Unidade de Saúde Familiar retomada com objectivo de estar pronta até final do ano

Obra da Unidade de Saúde Familiar retomada com objectivo de estar pronta até final do ano

Obra da Unidade de Saúde Familiar retomada com objectivo de estar pronta até final do ano

Auto de consignação assinado. Trabalhos no terreno arrancam já. Estratégia para atrair médicos em marcha

 

O ministro da Saúde, Manuel Pizarro, já a tinha assumido e Carlos Albino, presidente da Câmara Municipal da Moita, reforçou a expectativa, depois de ter rubricado, no passado dia 28 com a empresa Wikibuild, o auto de consignação para a execução das obras de conclusão da Unidade de Saúde Familiar (USF) da Baixa da Banheira.

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“Acredito que até ao final deste ano, vamos ter a USF da Baixa da Banheira pronta”, disse o autarca, citado em nota de Imprensa do município.

Com a assinatura do auto de consignação – que marca o arranque de qualquer empreitada –, os trabalhos no terreno podem avançar de imediato e esse foi o desiderato assumido, também após a colocação do “preto no branco”, por Pedro Batista, representante do empreiteiro a quem a obra foi adjudicada.

A empresa, afirmou Pedro Batista, “está muito focada e quer começar a trabalhar [na obra] nos próximos dias”, e com o objectivo claro de que a empreitada seja “bem feita e rapidamente”, face à importância do equipamento para a comunidade local. “Vamos fazer acontecer”, garantiu o responsável.

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Uma mensagem que vem ao encontro dos anseios do executivo municipal presidido por Carlos Albino. Sem deixar de classificar a assinatura do auto de consignação como um momento “de extrema importância para o município, mas, sobretudo, para a população da Baixa da Banheira”, o socialista lembrou a urgência na concretização dos trabalhos. A incapacidade de resposta do Centro de Saúde existente, sobretudo por falta de médicos de família, tem sido penosa para os utentes e o futuro equipamento podem contribuir para mitigar os constrangimentos, já que umas novas instalações, dotadas de outras e melhores condições, pode despertar o até aqui reduzido interesse de clínicos em fixarem-se no concelho.

“Tudo conflui no mesmo sentido, nós queremos muito fazer acontecer a nova USF, a tutela, o ministro da Saúde quer muito que isto aconteça, para depois continuarmos a trabalhar para criarmos condições internas e externas mais atractivas para a captação de médicos”, admitiu o presidente da Câmara.

O que Carlos Albino não disse

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Carlos Albino não disse, mas está a trabalhar numa outra frente, em simultâneo, que visa precisamente o aumento da capacidade de atracção de clínicos para o concelho. Após a entrada em funcionamento da USF, as instalações onde funciona o actual Centro de Saúde podem vir a dar lugar a apartamentos residenciais para acolhimento dos profissionais de saúde. A medida foi proposta por Manuel Pizarro e bem acolhida pelo autarca. Até porque, um dos factores inibidores nesta área da Grande Lisboa para muitos – que acabam por escolher outras paragens para exercício da actividade clínica – prende-se com os elevados custos de habitação nestes territórios. Além disso, a proximidade ao local de trabalho é outra das vantagens que se soma e que, no seu conjunto, pode fazer pender o prato da balança para o lado da Moita.

O processo de construção da futura USF da Baixa da Banheira foi interrompido, depois de a Câmara Municipal da Moita ter decidido proceder à resolução do contrato com o anterior empreiteiro, em virtude de a obra não ter sido executada nos prazos acordados. A autarquia tomou posse administrativa da empreitada em Agosto de 2022. Volvidos cerca de oito meses, a construção está em condições de ser retomada e com a expectativa, de todas as partes, de que venha a estar concluída até final de Dezembro próximo.

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