Moita opta por tecnologia inovadora para realizar obra na Avenida 1.º de Maio

Moita opta por tecnologia inovadora para realizar obra na Avenida 1.º de Maio

Moita opta por tecnologia inovadora para realizar obra na Avenida 1.º de Maio

Reparação dos coletores de águas residuais e pluviais em curso. Empreitada representa investimento de 239.845 euros

Cerca de 240 mil euros é o valor total das obras de reparação e reforço da rede de drenagem de águas residuais domésticas e pluviais que a Câmara Municipal da Moita tem em curso na Avenida 1.º de Maio, no Vale da Amoreira.

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Segundo a autarquia, a intervenção nos coletores de águas residuais e pluviais destaca-se pelo seu carácter inovador, já que os trabalhos estão a ser executados com recurso a tecnologia que dispensa a abertura de vala. Dessa forma, adianta a edilidade, é garantida “maior eficiência” e, ao mesmo tempo, são “minimizados os impactos no trânsito local”.

Em comunicado, o município sublinha que esta “é uma intervenção necessária para o futuro” e explica a sua importância. “Com o passar dos anos e o uso contínuo, as tubagens subterrâneas apresentavam patologias que podiam colocar em risco a capacidade de drenagem e a fiabilidade de todo o sistema. Para evitar falhas graves no escoamento das águas, a Câmara Municipal avançou de forma decisiva para esta empreitada, garantindo um serviço público de maior qualidade, eficiência e segurança para os moradores e comerciantes da zona.”

A autarquia justifica também o tipo de intervenção que optou por levar a efeito no local. “Consciente de que a Avenida 1.º de Maio é uma das artérias com maior fluxo de tráfego e vida comunitária no Vale da Amoreira, o município apostou numa solução de engenharia avançada e pouco intrusiva. Através de técnicas modernas de reabilitação no interior das próprias tubagens, a obra é executada sem a necessidade de abertura de valas à superfície.”

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E sublinha os benefícios resultantes deste processo. “Esta opção tecnológica traz vantagens decisivas para a comunidade, nomeadamente: menos impacto na circulação, pois evita grandes cortes de trânsito e condicionamentos pesados na circulação rodoviária; preservação do espaço urbano, com a eliminação do ruído excessivo, da poeira e dos grandes escavamentos à porta de habitações e comércios; e ainda rapidez e eficácia, com garante de um reforço estrutural duradouro dos coletores num período de intervenção mais reduzido.”

A concluir, reforça que este investimento reafirma o seu compromisso em “cuidar do subsolo e da superfície, modernizando os serviços essenciais com soluções inteligentes ao serviço dos munícipes”.

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