1 Fevereiro 2023, Quarta-feira
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Acesso de migrantes à saúde debatido durante sessão realizada no Vale da Amoreira

Evento reúne dezenas de profissionais, para analisarem entradas nestes serviços públicos

 

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O município da Moita promoveu na última semana, na Biblioteca Municipal Bruno Vieira Amaral, na localidade do Vale da Amoreira, uma sessão subordinada à temática “Acesso de Mulheres e Homens Migrantes à Saúde”, que juntou naquele espaço mais de três dezenas de profissionais desta área.

O evento aconteceu na mesma data em que se celebrou o Dia Internacional dos Migrantes, tendo a iniciativa procurado assinalar este momento no território, com a promoção deste encontro, realizado em conjunto com o ACES Arco Ribeirinho e a Associação Mulheres Sem Fronteiras, em articulação com o projecto “Trazer + Saúde ao Vale”, resultante de uma parceria entre a autarquia, a Farmácia Jordão Pedrosa – vencedora do prémio Amofariz 2022 de Intervenção na Comunidade by Azevedos –, e a UCC “Saúde na Rua”.

O evento contou com as presenças da vereadora Anabela Rosa, responsável pelo Gabinete de Intervenção Social, Saúde e Habitação, e do director-executivo do referido ACES, Miguel Lemos. Fernanda Silva, enfermeira coordenadora do Gabinete de Saúde do Centro Nacional de Apoio à integração dos Migrantes em Lisboa, na sua intervenção, abortou no decorrer do primeiro painel algumas das questões que estão relacionadas com as respostas existentes a nível nacional e situações de barreiras no acesso de migrantes ao Serviço Nacional de Saúde (SNS).

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A enfermeira Diana Chaves, por sua vez, da Unidade de Saúde Pública Arnaldo Sampaio – ACES Arco Ribeirinho, interveio no decorrer de um segundo painel dedicado à temática “Desafios no acesso à saúde por parte das pessoas migrantes”, que contou ainda com as intervenções de Dulce Fonseca, directora técnica da referida farmácia, da enfermeira gestora Mafalda Rosa, coordenadora da UCC Saúde na Rua, além de Alexandra Alves Luís, em representação da Associação Mulheres Sem Fronteiras e Andreia Lourenço, dos Centros Locais de Apoio à Integração de Migrantes (CLAIM) deste território.

De acordo com a autarquia, esta acção, desenvolvida no âmbito da operacionalização do Plano Municipal para a Igualdade e a Não Discriminação (PMIND), teve por meta “sensibilizar os profissionais que intervêm com populações vulneráveis para a integração da dimensão de género nas suas práticas, numa perspectiva intersencional”.

Carlos Pereira, vereador responsável pela divisão de Intervenção Social e Saúde, marcou presença no encerramento do encontro, tendo destacado “a importância das questões abordadas, tendo em consideração as necessidades de homens e mulheres com experiência migratória”. De acordo com o responsável, para o entendimento destas dinâmicas e realidades “assume-se como essencial a perspectiva de quem garante os cuidados de saúde às nossas populações”.

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