30 Novembro 2021, Terça-feira
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União de Freguesias critica condições no Parque das Canoas e da ciclovia do Gaio

Novo executivo já reportou situações à Câmara e declara luta ao desperdício de recursos da Junta

 

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A União de Freguesias do Gaio-Rosário e Sarilhos Pequenos, emitiu recentemente, na página oficial desta autarquia no Facebook, uma “explicação” dirigida aos munícipes destas zonas do território, sobre a reparação de pavimentos em ambas as localidades do concelho, considerada “um dos problemas em que tropeçamos […] quase diariamente” nesta região do município moitense.

De acordo com o órgão autárquico, esta é uma questão que consome tempo, recursos materiais e humanos e integra “uma parte ínfima do trabalho que todos os dias os [seus] trabalhadores têm de enfrentar”, num ponto do concelho onde “a vida da freguesia é diversa” e “não se compadece com pausas”, em que, bens e equipamentos “estragam-se (ou são estragados)” com frequência.

“Não estamos a dizer nada que não se imagine, mas é necessário que as pessoas o saibam”, esclarece o executivo.

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Na mesma comunicação, a Junta lembra ainda que a “reparação de calçada é assim uma espécie de pesadelo interminável”, que obriga a que o trabalho tenha de ser “dividido em dois lotes, o de pequena ou de grande dimensão”.

Por outro lado, acrescenta que a sua programação de intervenções “vai atacando as centenas [de situações] no território”, já que as de “grande dimensão precisam de outros meios e […] recursos”, realça.

Por esta razão, o executivo lembra que podem existir situações em que a intervenção não seja “tão rápida quanto o desejado” pelos fregueses.

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“Porque houve intervenções que a Câmara Municipal da Moita efectuou e não terminou como seria desejado”, afirma, ou pelo facto desta Junta, entre outros, não dispor de meios mecânicos para a compactação de calçada.

“Vamos usar os recursos de forma racional e equilibrada”

O recém-empossado executivo, agora presidido pela gestora Ana Costa (PS), considera que “há ainda um sub-grupo de situações que carecem de uma explicação” e “que estão à vista de todos”.

De acordo com a Junta: “Não é racional nem digno de boa gestão fazer uma reparação que por razões de construção inicial menos pensada, faça com que daqui a um par de meses a situação esteja igual ou pior”, defende.

Exemplo disso, aponta o executivo, é “a calçada que bordeja o Parque das Canoas ou em alguns locais da ciclovia do Gaio”, onde a falta de suporte no valado, faz com que “partes significativas do empedrado se desmanchem por falta de apoio lateral”, chegando mesmo a necessitar de outro tipo de intervenção antes da reparação.

Situações que a Junta já reportou aos serviços do município da Moita. “Vamos usar os recursos que temos de forma racional e equilibrada”, com “timings (necessariamente) diferentes”, com vista a “evitar desperdício de horas de trabalhadores e materiais”, promete a União de Freguesias.

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