23 Maio 2024, Quinta-feira

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Dores Meira avança com processo-crime contra autores de “calúnia familiar”

Dores Meira avança com processo-crime contra autores de “calúnia familiar”

Dores Meira avança com processo-crime contra autores de “calúnia familiar”

Ex-presidente da Câmara de Setúbal aponta dedo a grupo que fez campanha pelo estacionamento, mas que está “acometido pela doença do esquecimento selectivo”

 

A ex-presidente da Câmara Municipal de Setúbal anunciou esta terça-feira que entregou no tribunal processos-crime no sentido de levar a julgamento os autores de uma “maldosa calúnia familiar”. Num comunicado feito através da sua página de Facebook, Dores Meira deixa ainda críticas a um grupo que “fez campanha” pelo estacionamento, “votou favoravelmente” a decisão, mas que agora está “acometido” pela “doença do esquecimento selectivo”, algo que considera ser “muito oportuno” para “quem vê o poder mudar de rumo”.

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Foi através das redes sociais que a antiga autarca de Setúbal explicou que há algum tempo começou a circular nos “mentideiros anónimos locais”, que o seu filho era sócio da DataRede, empresa concessionária do estacionamento na cidade setubalense.

Para Dores Meira, é claro que esta “difamação” tem como objectivo “atingir a honra pessoal e o bom nome enquanto figura pública”. Ainda assim, a autarca garante que tentou esquecer e “desvalorizar” a ofensa, mostrando-se “certa e segura” de que aqueles que a conhecem como “cidadã e autarca impoluta” a ajudariam a “esquecer a maldade pura”, mas revela que não conseguiu, justificando que alguns, na sua “precária disposição para a acção política”, insistem em “incitar o ódio e apontar a lama”.

“Nada mais tendo contra mim de relevante, a mentira tomou as proporções esquizofrénicas daqueles que assentam faladura pelas esplanadas digitais, como se fosse legislação de cadafalso, opinião absoluta, soprada ao ouvido, miserável”, refere.

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A antiga edil de Setúbal assegura que alguns são pessoas que conhece, referindo-se aos mesmos como “párias que nunca ergueram mais do que o sobrolho para dar algo à terra onde nasceram”.

Grupo com “esquecimento selectivo”

Na mesma publicação, Dores Meira esclarece existirem “outros” que “julgam que é assim que se começa uma campanha política partidária”, denominando-os de “obtusos”, que estão “há muito afastados da realidade que os sufoca”.

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A ex-autarca faz também referência a “um outro grupo” que “fez campanha pelo estacionamento”, “votou favoravelmente a decisão”, “conhece bem o processo”, mas que se apresenta agora como “acometido pela súbita doença do esquecimento selectivo”, algo que considera ser “muito oportuno para quem vê o poder mudar de rumo”.

Desta forma, a autarca garante que “após o cabal conhecimento e recolha de provas concretas sobre os detractores”, já deram entrada em tribunal processos-crime no sentido de levar a julgamento os autores da “maldosa calúnia familiar”.

A autarca aproveitou ainda para agradecer aos “inúmeros setubalenses e azeitonenses” que vai encontrando pelas ruas, que “sempre acarinharam”, concluindo com a garantia que um autarca “representa o povo”, e é com ele que Dores Meira se sente “feliz”.

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