Município reconhecido pela pré-adesão ao Passaporte Climático das Cidades

Município reconhecido pela pré-adesão ao Passaporte Climático das Cidades

Município reconhecido pela pré-adesão ao Passaporte Climático das Cidades

Moita, Montijo e Alcochete também foram reconhecidos no 3.º Encontro Nacional do Pacto de Autarcas para o Clima e Energia

Os municípios do Barreiro, Moita, Montijo e Alcochete foram reconhecidos pela pré-adesão ao Passaporte Climático das Cidades, durante o 3.º Encontro Nacional do Pacto de Autarcas para o Clima e Energia, num encontro que reuniu representantes de municípios e entidades nacionais e europeias para debater a ação climática ao nível local.

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A S.Energia participou no encontro, onde esteve representada pela administradora-delegada, Susana Camacho, e pelos membros do conselho de administração Rui Pedro Pereira, da Câmara do Barreiro, Carlos Albino, da Câmara da Moita, Maria do Céu Simões, da Câmara do Montijo, e Pedro Lavrado, da Câmara de Alcochete.

A iniciativa contou ainda com a presença da ministra do Ambiente e Energia, Maria da Graça Carvalho, do presidente da ADENE, Nelson Lage, e de Patrick Child, subdiretor-geral do Ambiente e gestor da Missão Cidades da União Europeia, na Comissão Europeia.

Para Rui Pedro Pereira, presidente do Conselho de Administração da S.ENERGIA, a adesão constitui uma oportunidade para valorizar o trabalho que os municípios têm desenvolvido nesta área.

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“Este é um dia muito importante para todos nós. O Passaporte Climático das Cidades representa uma oportunidade para reconhecer o trabalho que os municípios já desenvolvem, dando maior visibilidade ao seu dinamismo e progresso na ação climática. Não podemos esquecer nem ignorar a sucessão de fenómenos meteorológicos extremos que o nosso país e o mundo têm vindo a enfrentar. Todo o trabalho que possamos desenvolver na prevenção, na adaptação e na preparação dos nossos territórios é fundamental para melhorar a nossa capacidade de resposta. A ação climática exige planeamento, cooperação e compromisso continuado, sem deixar para trás os mais vulneráveis”, refere Rui Pedro Pereira.

O responsável salientou também as vantagens desta ferramenta, que prevê o reconhecimento público das medidas implementadas, o acesso a instrumentos de apoio técnico, a disponibilização de dados e a interoperabilidade com sistemas relevantes. O Passaporte Climático das Cidades permitirá ainda acompanhar, individual e coletivamente, a evolução das medidas previstas nos Planos Municipais de Ação Climática (PMAC) e simplificar os procedimentos de participação e reporte no âmbito do Pacto de Autarcas da União Europeia.

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