10 Dezembro 2022, Sábado
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Sociedade “Os Franceses” quer trilhar caminho rumo à sustentabilidade financeira

Alexandre Teixeira, presidente da direcção, pretende dar continuidade ao trabalho feito e atrair mais juventude à colectividade

 

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No ano em que celebra o seu 150.º aniversário, a Sociedade Democrática União Barreirense “Os Franceses” realizou, na tarde desta segunda-feira, uma sessão solene onde foi descerrada uma lápide para assinalar a data comemorativa, que será colocada, posteriormente, à entrada da sede daquela instituição centenária. Alexandre Teixeira, presidente da direcção, afirmou a O SETUBALENSE que o futuro da colectividade passa por “continuar o trabalho que tem sido trilhado até agora, respeitando o passado, honrando o presente e perspectivando o futuro”.

O responsável destaca a importância do “movimento associativo juvenil”, numa altura em que “os mais jovens se aproximam muito pouco destes espaços mais antigos”. O dirigente associativo considera que, neste sentido, é fundamental “aproveitar a presença das cerca de 200 crianças que fazem parte da Creche ‘O Início’ [da associação] e contar com algumas bandas, escolas de música, da arte e do teatro”, para dar uma nova vida a um edificado que completa este ano 90 anos de serviço em prol da população barreirense.

O presidente lembra que, após a recuperação da fachada da sede, há todo um interior que continua a precisar de ser intervencionado, sendo igualmente necessário trilhar “um caminho rumo à sustentabilidade financeira” da sociedade.

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Alexandre Teixeira está apostado em saber quais os principais interesses das associações juvenis relativamente às áreas do ambiente, da intervenção e participação cívica e até de questões relacionadas com o património. “Numa perspectiva mais integrada e dando respostas mais abrangentes, é possível cativar os mais jovens para essas questões”, defende.

“Porque não criar dentro destes ramos que as colectividades têm, ligados à música, ao teatro e a outras expressões artísticas, algumas saídas que possam atrair mais as atenções desta faixa etária da população”, questiona. Como exemplo referiu-se ao ballet, uma das actividades da sociedade que, para além das meninas oriundas da creche, tem atraído “muita gente de fora”, disse. “Se todos estivermos alinhados com o mesmo objectivo, que é servir a comunidade, será mais fácil encontrarmos um entendimento”.

A representar Frederico Rosa, presidente do Câmara do Barreiro, esteve o vereador Rui Braga, que sublinhou a importância do movimento associativo no actual período de pandemia “reunindo pessoas de todas as gerações”, tendo recordado que a autarquia tem procurado dar resposta a várias necessidades destes espaços por todo o concelho.
A sessão incluiu a entrega de diplomas de 25 e 50 anos a alguns sócios da colectividade, bem como a entrega de dois títulos de mérito e benemérito a dois associados, tendo a cerimónia sido animada pela Banda Municipal do Barreiro, comandada pelo maestro Rui Tavares que, entre outros, entoou o hino de “Os Franceses” e o hino nacional, no feriado em que se assinalou a Implantação da República.

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