Edição apresenta-se “como um espaço privilegiado de encontro, criação e partilha entre artistas, companhias, coletividades e público”
Dezoito peças de teatro de autores como Bertolt Brecht, Paul Viejo e Joël Pommerat, assim como de autores locais como César Melo, Paulo Sacaldassy e Carlos Amaral, fazem a 30.ª Mostra de Almada, a decorrer no concelho até 29 de novembro.
“Quinta Avenida esquina com quê?”, de Paulo M. Viejo, no próximo dia 5, no Teatro-Estúdio António Assunção, “Liveplay – No fim da Revolução”, e “Círculo” ambas de Afonso Molinar, nos dias 13 e 14, e nos dias 18 e 19, respetivamente, no Auditório Fernando Lopes-Graça, em Almada, contam-se entre as estreias da mostra, a que se junta “A reunificação das duas Coreias”, de Joël Pommerat, nos dias 18 e 19, no Salão de Festas da Incrível Almadense.
Em estreia estão também “Os habitários”, de Ângela Ribeiro e Susana Rosendo, no dia 21, no Auditório Fernando Lopes-Graça, e “A caverna”, de Luís Menezes, nos dias 28 e 29, no Casino da Trafaria.
“Algortimos da solidão”, uma criação coletiva, pelo Teatro da Balada, apresentado em 30 de outubro, no Auditório Fernando Lopes-Graça, em Almada, abriu a edição da mostra, que se tem realizado anualmente desde 1996.
Entre as peças de teatro a que o público podes assistir durante o certame contam-se ainda “Natural_mente_flores”, uma criação coletiva pela companhia inglesa Natural Theatre Company, a apresentar dia 08, na Rua Cândido dos Reis, em Cacilhas, “Cais2Cais”, de João Monteiro, uma peça em percurso a realizar nos dias 14 e 15, desde o Farol de Cacilhas, passando pelo Cais do Gingal e terminando no Olho de Boi, e “Stories4boys”, no dia 14, no Salão das Carochas, em Almada.
“Náuticos para náufragos desafogados” é o espetáculo com texto, dramatização e encenação de Carlos Amaral a apresentar nos dias 14 e 15, no Casino da Trafaria, enquanto, no dia 15, no Salão de Festas da Incrível Almadense, o público pode assistir a “O espírito da minha mulher”, de Paulo Sacaldassy.
“Alicia e o chapéu encantado”, uma criação coletiva, que no dia 22 terá duas apresentações no Salão de Festas da Incrível Almadense, “32.3”, uma criação coletiva a representar, dia 25, no Auditório Fernando Lopes-Graça, “O último Reich”, de Bertolt Brecht, no dia 26, no Salão das Carochas, e “A gente quer é revista”, uma criação coletiva que, no dia 28, sobe ao palco do Auditório Fernando Lopes-Graça, são também propostas da Mostra, que encerra com “A caverna”, com duas representações, nos dias 28 e 29, no Casino da Trafaria.
A 30.ª edição da Mostra de Almada apresenta-se “como um espaço privilegiado de encontro, criação e partilha entre artistas, companhias, coletividades e público” e é promovida pela autarquia local em parceria com as associações e grupos de teatro do concelho.