Convento dos Capuchos reabre ao público um mês depois da tempestade

Convento dos Capuchos reabre ao público um mês depois da tempestade

Convento dos Capuchos reabre ao público um mês depois da tempestade

O espaço recuperado pela CM de Almada em meados do século XX foi dos mais afetados do concelho

O Convento dos Capuchos, em Almada, que se encontrava encerrado desde o início de fevereiro na sequência de danos causados pela tempestade Kristin no jardim e no edifício principal, foi já reaberto ao público, informou a autarquia.

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Em informação divulgada na sua página oficial na Internet, a Câmara Municipal de Almada, acrescentou a reabertura – ocorrida na terça-feira – é, contudo, feita com algumas áreas interditas, nomeadamente a capela e os jardins do piso superior onde ainda decorrem trabalhos de recuperação.

A autarquia revelou que se mantêm patentes as duas exposições que estão a decorrer no Convento dos Capuchos: Semear as Terras, Alar do Mar (sobre a agricultura nas Terras da Costa e a pesca na Costa de Caparica) e Jacka, a exposição individual de Jubas Barreto.

O Convento dos Capuchos foi das zonas mais afetadas no concelho pela depressão Kristin, que assolou o território português na madrugada do dia 28 de janeiro.

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Edificado no século XVI, em 1558, o Convento dos Capuchos é um antigo convento da Ordem de São Francisco localizado na área da Paisagem Protegida da Arriba Fóssil da Costa de Caparica, no concelho de Almada, distrito de Setúbal.

Segundo informação disponibilizada pela autarquia, a partir do miradouro é possível observar a frente atlântica do concelho e a paisagem da costa de Lisboa, Estoril e Cascais. Este convento foi mandado construir por Lourenço Pires de Távora.

O espaço foi recuperado pela Câmara Municipal de Almada em meados do século XX e, em pleno século XXI, assume-se como um centro de cultura dedicado à música erudita e às artes plásticas.

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Dezoito pessoas morreram em Portugal na sequência da passagem das depressões Kristin, Leonardo e Marta, que provocaram também muitas centenas de feridos e desalojados.

A destruição total ou parcial de casas, empresas e equipamentos, a queda de árvores e de estruturas, o fecho de estradas, escolas e serviços de transporte, e o corte de energia, água e comunicações, inundações e cheias são as principais consequências materiais do temporal.

As regiões Centro, Lisboa e Vale do Tejo e Alentejo foram as mais afetadas.

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