26 Setembro 2022, Segunda-feira
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“Era uma vez… ou lá o que é que é” é um espectáculo para todas as idades

Os Campeões do Riso do Teatro Extremo levaram peça à cena no Anfiteatro da Escola Secundária Sebastião da Gama

 

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O Teatro Extremo, de Almada, levou no passado domingo, 21 de Agosto, à cena no Anfiteatro da Escola Secundária Sebastião da Gama um espetáculo com fadas e príncipes, com a Branca de Neve, os anões, o Capuchinho Vermelho e muito amor à mistura com muita “palhaçada”! Um dos melhores espectáculos do Festival bizarro, cómico, curioso já com uns anos de cena. Criação Artística do francês Joseph Collard.

Um espetáculo para todos, falado em todas as línguas, para os mais pequenos e também para adultos, com uma poção mágica, cozinhada no palco, e um fantocheiro que muito encantou o público. O Teatro Extremo apre­sentou, segundo a nota de comunicação e outros elementos ao vivo, a comédia “Era uma vez… ou lá o que é que é”. Uma criação ins­pi­rada nas his­tó­rias que todos co­nhe­ce­mos. De­sen­vol­vido na técnica do “clown” moderno, o espectáculo procura, através da in­ge­nui­dade, es­pon­ta­nei­dade e ima­gi­na­ção, equa­ci­o­nar as in­qui­e­ta­ções do público con­tem­po­râ­neo de todas as idades, de­vol­vendo-lhe o desejo de sonhar e inventar his­tó­rias através do jogo cénico inscrito na re­pre­sen­ta­ção burlesca dos per­so­na­gens desses contos uni­ver­sais.”

Fernando Jorge

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Depois do espectáculo na magnifica esplanada do Refeitório da linda Natal Abreu tomamos o café e falamos com o Diretor Artístico Fernando Jorge.

Faz parte do Teatro Extremo desde a Fundação 1994, participou também na Escola de Atores do Teatro de Almada, no CENDREV, no Teatro da Rainha, Teatro o Bando e Teatro o Tejo.

O Teatro Extremo diz-nos que tem várias estéticas para se por à prova e conquistar diversos públicos em Alma Teatro António Assunção e em digressão pelo país. Organiza também o Festival Sementes.

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Gostam de trabalhar com o encenador Joseph Collard -um palhaço que já encenou com eles três espectáculos: 2003- O Velho Palhaço Precisa-se; 2016- Mythos  Sem palavras dentro das mesmas temáticas das artes circenses de um teatro para as famílias; 2022- Era uma Vez Ou lá o que é que é. O núcleo duro são 3 atores e atrizes e um conjunto variável de 12 elementos entre técnicos e artistas. Concorreram recentemente e novamente ao Concurso da DGArtes para 4 anos. Além do encenador citado Bibi Gomes a atriz dirigiu “A avó grilo e o Catavento” em digressão. Outros espectáculos em Reportório para digressão por todo o país: Mythos; Einstein; Transgressões; Animação Lenda das Amendoeiras; A Portagem Fantasma e Amstrong.

 

Ficha técnica e artística

Criação Colectiva: Direcção Artística: Joseph Collard; Interpretação: Bibi Gomes, Fernando Jorge Lopes e Rui Cerveira; Direção Técnica: Celestino Verdades; Assistência de Encenação: Josefina Correia; Figurinos: Arminda Moisés Coelho; Cenário: Daniel Verdades; Desenho de Luz: Celestino Verdades; Montagem: Celestino Verdades e Daniel Verdades; Operação de luz e som: Celestino Verdades, Daniel Verdades; Sonoplastia: Fernando Jorge Lopes e Joseph Collard; Movimento: Bárbara Salvador; Imagem: Fedra Santos; Design Gráfico: P2F Atelier; Fotografia: José Frade; Vídeo: Diogo Barbosa; Direção de Produção: Sofia Oliveira; Assistência de Produção: Josefina Correia e Paula Almeida; Comunicação e Assessoria de Imprensa: Nádia Santos; Promoção: Victor Pinto Ângelo

53ª criação do Teatro Extremo

Observação de Teatro:

José Gil – Professor Adjunto de Teatro da Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Setúbal Ator e Encenador

Maria Simas – Actriz do Teatro do Politécnico IPS e Mestranda

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