27 Janeiro 2023, Sexta-feira
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Charneca vence Marchas Populares no Complexo Municipal de Almada

As marchas da Capa-Rica e da Trafaria completaram o pódio

 

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A edição deste ano das Marchas Populares de Almada ficou decidida no passado sábado. Perante um Complexo Municipal dos Desportos “Cidade de Almada” com lotação esgotada, a vitória no evento (que arrancou por volta das 21h30) acabou por sorrir à Marcha da Charneca, que assim revalidou o título conquistado em 2019 (última edição realizada antes da pandemia).

Com o tema “Chega para lá, não me mascarres”, a Charneca levou a concurso o imaginário popular dos carvoeiros e das lavadeiras da região. Além do maior prémio da noite, foi ainda galardoada com o prémio de Melhor Letra, bem como com o Prémio Avenida para a melhor prestação no desfile de dia 23, na Cova da Piedade.

Em segundo lugar ficou a marcha da Capa-Rica, que apresentou o tema “Era uma vez… a lenda da Capa-Rica” – tema esse que foi reconhecido ainda com o prémio de Melhor Musicalidade.

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O terceiro lugar coube à Marcha da Trafaria, cuja homenagem aos bombeiros da região com o tema “Soldados da Paz, vozes da esperança” lhe valeu também a distinção de Melhor Coreografia.

Os restantes prémios, para melhor cenografia e figurino, foram atribuídos à Marcha do Beira-Mar de Almada, que este ano apresentou o tema “Aguadeiros”.

O evento no complexo municipal foi o coroar de um período de festejos dos Santos Populares no concelho, num regresso à normalidade interrompida nos últimos três anos pela pandemia de covid-19. “Estes momentos são muito importantes, tecem laços entre as comunidades e as pessoas – há um sentimento de pertença muito grande, basta ver a alegria das pessoas aqui presentes” afirmou Inês de Medeiros, presidente da Câmara Municipal de Almada, em declarações a O SETUBALENSE.

O desfile de dia 23 teve lugar não seu local habitual em Cacilhas, mas na Avenida António José Gomes, no centro da Cova da Piedade – uma decisão que motivou polémica e que deu origem a queixas relativas à acessibilidade e à visibilidade do evento. A presidente da Câmara justificou a decisão com uma vontade de reaproximar as festas da população: “A nossa intenção era que as marchas, que já não podem desfilar na avenida principal por causa do Metro, deixassem de estar “desterradas” na terra de ninguém e voltassem para o coração da cidade, e de um modo geral parece-nos que a resposta foi positiva”.

Foram nove as marchas a concurso este ano – menos três do que aquelas que participaram em 2019. Ana Cristina Pais, do Departamento de Cultura da Câmara Municipal, explicou que os regulamentos do evento estipulam um número máximo de 10 marchas a concurso, e que à excepção de uma desistência na edição deste ano “em função de dificuldades da própria marcha que à última hora não reuniu condições para participar”, prevê-se que o número se mantenha inalterado.

Chegou assim ao fim mais uma edição das Marchas de Almada, a primeira em três anos. Depois de tanto tempo parado por causa da pandemia, o evento pode ser descrito como um sucesso, com uma adesão notável e um entusiasmo transversal a concorrentes, organização e público.

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