1 Fevereiro 2023, Quarta-feira
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Almada, Seixal e Sesimbra vão ter mais 20% da oferta no arranque da nova rede de transportes

Autarcas confirmam início da operação da Carris Metropolitana para 1 de Julho. Mas o serviço só vai funcionar a 100% a partir de 1 de Janeiro

O arranque do novo serviço de transportes públicos rodoviários da Carris Metropolitana para a Área 3, que engloba Almada, Seixal e Sesimbra, vai mesmo acontecer no próximo dia 1 de Julho. Mas a estreia será feita com o serviço a funcionar de forma parcial, ainda assim com mais 20% em relação à oferta existente.

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A garantia sobre a data de início da operação é dada por Francisco Jesus, presidente da Câmara Municipal de Sesimbra, e Inês de Medeiros, que preside à Câmara de Almada, apesar de até ao fecho desta edição a Transportes Metropolitanos de Lisboa (TML) não o ter confirmado.

Para Almada, Seixal e Sesimbra, a Transportes Sul do Tejo (TST) já tem a frota completa – será apresentada no próximo dia 24, no Parque BlueBiz, em Setúbal. O único problema com que esta empresa se debate é ao nível de recursos humanos, faltam motoristas. Mas o serviço vai arrancar no próximo dia 1, assegurou Inês de Medeiros e também Francisco Jesus.

O autarca de Sesimbra avança que a estreia da Carris Metropolitana nos três concelhos da Península de Setúbal até vai proporcionar uma maior abrangência, logo a partir do primeiro dia.

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“Nesta área 3 não há falta de autocarros da TST. Há falta de motoristas, que não são suficientes para que a operadora possa cumprir com a totalidade do que está contratualizado. Decidimos não correr riscos, depois do que se verificou na Área 4, e a oferta que vamos ter a partir de 1 de Julho será superior em 20% à que existe actualmente”, disse Francisco Jesus a O SETUBALENSE, para desvendar de seguida: “Depois, a partir de Setembro, a dia 1 desse e dos meses seguintes, será implementado um aumento gradual [de linhas e carreiras]”. E o serviço está previsto que esteja “a funcionar em pleno, a cem por cento, a partir de 1 de Janeiro [de 2023]”, juntou o edil, ao mesmo tempo que deixou um elogio ao “comportamento de elevado nível de responsabilidade apresentado pela TST”.

Adiamento em cima da mesa para as Áreas 1 e 2

Em equação está o adiamento do início da operação apenas para as Áreas 1 e 2, que englobam os municípios da Área Metropolitana de Lisboa (AML) localizados na margem norte do Tejo. E o principal problema, para já, tem a ver com um considerável número de falta de novos autocarros necessários para assegurar o serviço, por parte dos respectivos operadores. Mas esse adiamento até pode ser ultrapassado, caso nestas duas áreas possam, eventualmente, vir a ser utilizados autocarros descaracterizados (ainda sem as corres da Carris Metropolitana) ou antigos.

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O arranque da Carris Metropolitana ficou marcado, em Alcochete, Moita, Montijo, Palmela e Setúbal, por várias falhas, desde inexistência de horários, a incumprimento de diversas carreiras, ausência de informação, e problemas com motoristas a recusarem cumprir serviços por falta de condições e formação.

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