12 Junho 2024, Quarta-feira

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Restaurante Aroma aposta no conceito de fine dining na cidade de Setúbal

Restaurante Aroma aposta no conceito de fine dining na cidade de Setúbal

Restaurante Aroma aposta no conceito de fine dining na cidade de Setúbal

Para abrir o apetite, o chef João Valente diz que “o cliente pode provar alguns dos pratos e novas invenções que não estão…no menu”

 

 

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Foi apenas no passado mês de Março que o restaurante Aroma abriu portas em Setúbal bem no coração da cidade (rua António Januário da Silva). João Valente o mentor deste projecto, para já, está satisfeito com o rumo das coisas. “Temos vindo a crescer no nosso segmento de mercado. A equipa está já bem oleada. Estamos a lançar novos pratos inventados por nós, que os nossos clientes têm experimentado no nosso menu de cinco momentos. Temo-nos divertido muito na cozinha, investigado muito e aplicado o que conhecemos juntando coisas novas”, diz a O SETUBALENSE.

 

O empresário assume o risco de primar pela diferença, desde logo em relação ao ‘rei choco frito’, afirmando mesmo: “Não fazemos choco frito, não o faremos seguramente da forma tradicional em Setúbal. Embora eu goste muito. Somos um restaurante que traz pratos tradicionais, como bochecha de porco, para o conceito de fine dining que não existe aqui”.

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João Valente tem o curso de cozinha na ACPP (Associação de Cozinheiros Profissionais de Portugal) já trabalhou em alguns restaurantes e fez um estágio num conceituado restaurante Estrela Michelin.

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Da cozinha para a mesa as ‘joias’ do restaurante são…várias.  O menu tem cinco momentos que têm tido, revela com satisfação, muito sucesso. “O cliente pode provar alguns dos nossos pratos e novas invenções que não estão no menu (por exemplo favas com entrecosto, desconstruído numa tuille de coentros, com favas, carne de entrecosto desfiado e o seu molho), de uma só vez. Poderá degustar uma ou duas entradas, dois ou três pratos principais e uma ou duas sobremesas, conforme a disposição do chef para formar o menu de cinco momentos desse dia”.

 

Os pratos principais, que têm tido melhor feedback “são o pão do nosso couvert feito aqui no restaurante (não vai encontrar em mais lado nenhum) a tranche de corvina com milfolhas de abobora na redução do seu molho com óleo de coentros e poejo, o nosso arroz de lingueirão com gambas bem cremoso, a barriga de porco com puré de batata doce aromatizado, o nosso peito de pato com arroz do mesmo com o nosso molho, o nosso pernil cozinhado em 48 horas e que se desfaz na boca”.

 

A ideia de abrir um restaurante já aconteceu há vários anos, conta. “Ainda não andava nesta área. Estava no estrangeiro onde experimentava muitos conceitos de cozinha diferentes, africa, médio oriente e europa”.  Feito este périplo decidiu que era a área que mais o satisfazia, porque sempre gostou muito de estar na cozinha e ver a reação de quem experimentava. “Comecei por fazer o curso e exercitar noutros locais e, quando me senti preparado, avancei. O conceito é simples. Comida conforto, que todos gostamos, aplicando conceitos de alta cozinha. O tradicional em fusão com as melhores práticas”.

 

A escolha do original nome AROMA, explica, tem muito que ver com o que é o restaurante, mas também tem a ver com o facto de ser uma palavra que existe nos dicionários português e inglês. “Mas o AROMA é o primeiro sentido que nos deve puxar a um restaurante e fazer lembrar dele”.

 

Espreitando o futuro, João Valente, prioriza a promoção do nome e localizão porque o restaurante está numa rua pouco movimentada na baixa. “Para já queremos que as pessoas venham experimentar, porque se gostarem voltam seguramente”. O grande objectivo, finaliza; “é sermos um restaurante de referência no nosso nicho”.

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