19 Junho 2024, Quarta-feira

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Golo madrugador de Zequinha abre caminho ao reencontro com os êxitos

Golo madrugador de Zequinha abre caminho ao reencontro com os êxitos

Golo madrugador de Zequinha abre caminho ao reencontro com os êxitos

Sadinos quebram jejum de cinco jornadas sem ganhar na Liga e 3 e sobem ao 8.º lugar da tabela

 

 

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Finalmente! O Vitória venceu este domingo na casa do Real SC, por 2-1, resultado que interrompeu uma série de cinco jornadas sem vencer na Liga 3 (último êxito tinha acontecido a 16 de Janeiro de 2023, 2-1 ao Fontinhas) e permitiu à equipa, que sabe de antemão que todos os pontos agora conquistados podem revelar-se decisivos para a fase de manutenção, ganhar um balão de oxigénio na luta pela fuga aos últimos lugares da prova. Zequinha, com um golo aos 20 segundos, e Camilo Triana, de grande penalidade, fizeram os golos da equipa que segue agora na 8.ª posição com os mesmos 20 pontos do Real.

Na partida da 20.ª jornada da série B da Liga 3, competição em que os setubalenses estão envolvidos na luta pela fuga aos últimos lugares da tabela classificativa, o treinador Luís Loureiro optou por repetiu o onze que tinha utilizado na ronda anterior diante da Académica, no Bonfim, estádio em que os verdes e brancos tinham empatado (0-0) com o conjunto de Coimbra. Nota ainda para o facto de o Vitória, ao quarto confronto directo com o Real, ter somado o primeiro êxito de sempre com o conjunto de Queluz.

Numa altura em que ainda alguns adeptos entravam no Complexo Desportivo do Real Sport Clube, em Monte Abraão, os sadinos adiantaram-se no marcador apenas 20 segundos depois de o árbitro ter dado início ao encontro. O capitão Zequinha, melhor marcador da prova, reforçou o estatuto ao no topo da lista com um golo supersónico que se arriscar a ser o mais rápido da temporada da Liga 3.

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No lance do 1-0 intervieram Filipe Oliveira e Pedro Pinto que viram Pedro Rosas, atleta do Real, falhar a retirada da bola da zona de perigo. Com faro pelo golo, como é seu timbre, o avançado Zequinha rematou cruzado e colocado no interior da área, colocando a bola fora do alcance do guarda-redes Iuri Miguel.

Apanhados de surpresa pelo golo madrugador, os jogadores do Real procuraram reagir, mas sem colocar em sobressalto a defesa vitoriana que, aos oito e 10 minutos, respectivamente, viu Diogo Castro rematar muito longe da baliza de Mika e um cruzamento de Ballack pelo corredor direito não ser correspondido por nenhum colega no interior da área defendida pelo emblema setubalense.

Aos 13 minutos, o Vitória reclamou uma pretensa mão na bola de um defesa contrário no interior da área, mas o árbitro Márcio Torres nada assinalou. Opinião diferente teve o juiz da Associação de Futebol de Viana do Castelo aos 26 minutos, momento em que considerou que o sadino André Silva foi derrubado por Paulinho. Da marca dos 11 metros, aos 27 minutos, Camilo Triana ampliou para 2-0 a vantagem sadina no marcador.

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Ao contrário do que tem acontecido no decorrer da temporada, o capitão Zequinha não foi o eleito para bater o penálti, recaindo a escolha no seu colega colombiano do ataque. Eficaz no momento de rematar, Camilo Triana colocou a bola fora do alcance do guardião do emblema de Queluz, que se lançou para o lado oposto de onde a bola acabou por entrar na baliza.

Insatisfeito com o resultado, o Real aproximou-se da área do Vitória, que, aos 33 minutos, só não viram o adversário criar um perigo maior porque, em missão defensiva, o avançado camilo Triana, impediu que Dino rematasse à baliza à entrada da área. Volvido um minuto, foi a vez de André Silva colocar em sentido a defesa do Real num remate que errou o alvo quando o jogador tinha todas as condições de fazer muito melhor.

Os homens treinados por Pedro Domingos continuaram em busca do golo que relançasse o jogo e, aos 44 minutos, conseguiram fazê-lo. Num lance em que os sadinos ficaram a protestar uma alegada falta cometida sobre Filipe Oliveira, Rafa Santos, assistido por Gonçalo Cabral, tirou Mika do caminho e encostou para o 2-1, resultado com que se atingiu o intervalo.

Após o reatamento, já com Mário Mendonça em campo (substituiu David Santos, colega que já tinha visto um cartão amarelo no primeiro tempo), o Vitória, aos 46 minutos, teve nos pés de Camilo Triana a possibilidade de colocar o Vitória novamente com dois golos de vantagem na frente do marcador. Ao Real valeu a excelente intervenção do guarda-redes Iuri Miguel para canto a evitar o tento dos sadinos.

Com os lances de perigo a surgirem junto de ambas as balizas, aos 56 minutos, foi a vez de Diogo Castro, livre de marcação e com tudo para restabelecer o empate, rematar ao lado do poste direito da baliza de Mika num lance em que o Vitória teve a sorte de o adversário não ter tido a pontaria necessária para marcar.

Aos 70 minutos, o treinador Luís Loureiro levou o médio Malam Camará e o atacante José Varela a jogo. Com o objectivo de refrescar fisicamente a equipa, o primeiro substituiu Pedro Pinto, enquanto o segundo entrou para o lugar de Gabriel Lima. Numa fase em que já procurava gerir a vantagem, os sadinos viram o defesa João Freitas perder a bola num lance, aos 84 minutos, que poderia ter permitido a Miguel Montenegro chegar ao golo.

Antes do apito final, a melhor ocasião para voltar a mexer no placar pertenceu ao Vitória quando, aos 89 minutos, José Varela, após excelente assistência de Zequinha, rematou colocado para uma defesa enorme de Iuri Miguel, que evitou mais um golo dos sadinos. Na próxima jornada, a 21.ª (penúltima da fase regular), os setubalenses jogam (domingo, 19 horas), em Setúbal, diante do Belenenses.

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