29 Novembro 2021, Segunda-feira
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“Grandeza do Vitória FC obriga a assumir o jogo em qualquer campo”

Declarações de Pedro Gandaio antes da partida de hoje (15 horas) com o Torreense

“A melhor resposta que os jogadores podem dar é regressar às vitórias”, diz treinador interino

 

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O Vitória FC procura hoje, na partida que abre a oitava jornada da série B da Liga 3, reencontrar-se com os êxitos diante do Torreense, conjunto que ocupa o primeiro lugar da prova juntamente com U. Leiria e Real.

Caso tenham êxito, os sadinos, mesmo com um jogo a menos que os actuais líderes, reduzem para dois pontos a distância para o trio de concorrentes que segue no topo da tabela.

Depois da derrota de há duas semanas na casa do Real, por 2-1, os vitorianos estão determinados a somar os três pontos frente a um dos principais candidatos a vencer a série B.

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No Estádio Manuel Marques, em Torres Vedras, o ex-adjunto Pedro Gandaio fará a sua estreia à frente da equipa técnica, depois do pedido de demissão apresentado pelo anterior líder Toni Pereira.

O actual timoneiro, de 32 anos de idade, vai procurar interromper o ciclo negativo de dois desaires consecutivos que tinha começado com o duelo da terceira eliminatória da Taça de Portugal frente ao Vizela (derrota por 2-0 com o conjunto da I Liga).

A estratégia a utilizar com o Torreense, clube treinado por Daúto Faquirá, foi preparada nos últimos dias e Pedro Gandaio espera agora que os seus atletas coloquem em prática o plano que foi elaborado.

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“Sinto a equipa motivada e confiante. É verdade que nós perdemos o último jogo e o Torreense também perdeu nessa jornada com o Caldas (2-0) e empatou no fim-de-semana passado no último minuto. Tal como nós, é um candidato. Joga em casa mas a grandeza do Vitória, com todo o respeito por todas as equipas deste campeonato, obriga a assumir o jogo em qualquer campo, seja em casa ou fora”, refere ao jornal O SETUBALENSE, frisando que “neste momento, a melhor resposta que os jogadores podem dar aos adeptos é regressar às vitórias. O lugar o Vitória é andar lá em cima”.

Contrariar histórico recente em Torres Vedras

Independentemente das competições em que Vitória e Torreense meçam forças, os embates em Torres Vedras representam sempre um elevado grau de dificuldade.

A prová-lo está o facto de os sadinos não terem conseguido vencer nas suas últimas três deslocações ao Manuel Marques, estádio em que que há pouco mais de cinco meses, os verdes e brancos perderam por 2-0.

A 30 de Maio de 2021, a contar para a derradeira jornada da fase final de acesso à II Liga, os setubalenses não conseguiram evitar a derrota num jogo em que Gustavo Tocantins e Ricardinho foram os marcadores de serviço.

A superioridade dos anfitriões foi incontestável e deitou por terra as aspirações do Vitória em chegar ao primeiro lugar e alcançar a tão desejada subida de divisão.

A contar para os quartos-de-final da Taça de Portugal, de 1998/99, os sadinos não foram além de um empate (0-0) no reduto do Torreense, resultado que obrigou o Vitória a segundo jogo no Estádio do Bonfim. Pedro Henriques, Chiquinho Conde e Rio Carlos, todos na primeira parte, fizeram os golos do 3-0 registado a 28 de Abril de 1999.

Em 1992/93, em partida da 2.ª Divisão de Honra, o Vitória, depois do 2-0 em 2020/21 e do 0-0 em 1998/99, voltou a não passar no exame em Torres Vedras. A contar para a 17.ª jornada da prova, os torrienses, treinados por Manuel Cajuda, ganharam por 2-0 ao Vitória de Raul Águas, técnico que na última jornada dessa época viu a sua equipa ganhar num Bonfim a rebentar pelas costuras, por 3-1, resultado que permitiu aos sadinos regressar à 1.ª Divisão.

Apesar de o Vitória não ter conseguido levar a melhor nenhum dos três últimos jogos disputados em Torres Vedras, a vantagem sadina no cômputo geral é evidente. Dos 10 duelos travados na casa do Torreense, os verdes e brancos perderam dois, empataram quatro e venceram quatro. O último desses êxitos aconteceu na I Divisão de 1964/65, época em que golearam por 4-0 com golos de Quim, José Maria (bisou) e Jaime Graça.

Nos outros confrontos entre os dois emblemas em Torres Vedras os desfechos foram os seguintes: empate 4-4 em 1958/59 (I Divisão), triunfos sadinos 1-3 em 1957/58 e 1-4 em 1956/57 (ambos na I Divisão). Na mesma prova, em 1955/56, registou-se um empate (1-1) e, a contar para a 2.ª Divisão, o Vitória ganhou 0-1 em 1951/52 e empatou (1-1) na temporada 1940/41.

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