22 Outubro 2021, Sexta-feira
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Novo investidor do Vitória já reuniu com treinador e capitães

Empresário Hugo Pinto junta-se Francis Obikwelu e Carlos Silva na administração da SAD

Documentos para inscrever equipa na Liga 3 foram obtidos com ajuda do novo parceiro

 

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Depois de O SETUBALENSE ter revelado em primeira mão na edição de sexta-feira que o ex-atleta olímpico Francis Obikwelu será um dos administradores da SAD do Vitória FC são agora conhecidos mais alguns pormenores do novo investidor. Hugo Pinto, empresário com negócios no ramo imobiliário e hoteleiro, será o outro administrador da SAD que acompanha o presidente do clube Carlos Silva na administração.

Segundo avança o jornal A Bola, o investidor Hugo Pinto, que foi decisivo a ajudar a SAD a obter as necessárias certidões das Finanças, obrigatórias para o licenciamento dos sadinos para a Liga 3, já esteve na passada sexta-feira reunido com o treinador Alexandre Santana e com os capitães de equipa José Semedo e Nuno Pinto.

Francis Obikwelu e Hugo Pinto vão ocupar os lugares de Nuno Soares e Luís Cruz, vice-presidentes do clube desde Dezembro de 2020, que, apesar de deixarem a SAD, se mantêm em funções na direcção do clube. Tal como o nosso jornal escreveu, para já apenas há um contrato de participação entre as partes, uma que será sempre necessária a aprovação dos sócios em Assembleia Geral vender as acções numa altura em que a SAD e o clube aguardam pela aprovação dos respectivos Processos Especiais de Revitalização (PER).

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Tribunal dá razão ao Vitória no recurso do Chaves de 2019/20

Entretanto, o Tribunal Central Administrativo Sul negou o recurso do Chaves e manteve a decisão do Tribunal Arbitral do Desporto que validava o processo de inscrição do Vitória na I Liga na época 2019/20. Recorde-se que os transmontanos, que em 2018/2019 terminaram no 16.º lugar da I Liga e foram despromovidos, tinham apresentado um recurso junto do Conselho de Justiça da Federação Portuguesa de Futebol, alegando que o processo de inscrição dos sadinos não estava em conformidade, relativamente aos pressupostos financeiros.

A contestação do Chaves foi apreciada pela comissão de auditoria da Liga Portuguesa de Futebol Profissional, que atestou a validade da inscrição do Vitória, que terminou a I Liga no 13.º lugar. Já depois de o TAD ter julgado improcedente o recurso, em Julho de 2019 e Abril de 2020, os flavienses apresentaram depois um recurso jurisdicional no Tribunal Central Administrativo (TCA) Sul, que, em 20 de Maio, segundo um despacho a que a agência Lusa teve acesso, “negou provimento” a este recurso e manteve “a decisão de improcedência constante do acórdão arbitral recorrido”. O Desportivo de Chaves, que milita no segundo escalão, foi ainda condenado a suportar as custas deste processo, pode ler-se.

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